• Quais integrações seu site precisa

    Quais integrações seu site precisa

    Fazer a integração de seu site hoje em dia pode ser algo tão simples quanto complexo! As ferramentas que permitem que seu site ou loja virtual ofereça uma experiência completa são muitas. Claro que isso é uma vantagem e gera poder de escolha. Mas a integração só tem resultado quando se sabe, de fato, quais integrações seu site precisa.

    Essas integrações devem ter alinhamento com o objetivo principal de seu projeto. De pouco adiantaria, por exemplo, uma integração com uma ferramenta de pagamento em um site institucional sem produtos, não é mesmo?

    Pensando nisso, no artigo de hoje, vamos recomendar quais integrações seu site precisa, por meio de alguns exemplos práticos de suas utilidades. Acompanhe a seguir!

    Afinal, quais integrações seu site precisa? Descubra já!

    Como vimos, há bastante variedade de integrações no mercado. Mas quantidade não é, exatamente, a variável principal. O importante é ter um match perfeito de funcionalidade com a demanda de seu projeto. Conheça agora alguns exemplos para ajudá-lo a definir com mais clareza quais integrações seu site precisa.

    1. Ferramentas de integração para email marketing

    Com o amplo uso dos aplicativos de mensagem instantânea, como WhatsApp e Telegram, por exemplo, o e-mail pode parecer retrógrado à primeira vista, certo? Errado! Não se engane, a estratégia de e-mail marketing pode ser uma ótima solução para gerar e qualificar vendas e é uma das que mais geram resultados em estratégias de marketing digital.

    De fato, o e-mail marketing é uma possibilidade de alto potencial para segmentar seu público ou mesmo fomentá-lo. Seja na prospecção inicial ou na fase de meio ou fundo do funil de vendas, existem integrações para seu site que podem ser muito relevantes para seus objetivos.

    Um exemplo popular e gratuito é o MailChimp. Além de ajudar na criação de newsletter, suas ferramentas de integração com websites são muito úteis. Com apenas alguns cliques, sua campanha de e-mail marketing pode ser personalizada e até mesmo adaptada para outros canais.

    2. Ferramentas de integração para pagamentos online

    Vender seus produtos e serviços online exige um sistema sólido, prático e seguro para seu visitante. Com ferramentas integradas a seu site, você pode economizar na arquitetura e permitir uma experiência personalizada e confiável para seu público.

    Sistemas como o PayPal, MercadoPago e PagSeguro, por exemplo, contam com opções de integrações a seu site. Dessa forma, suas vendas poderão contar com segurança antifraude, suporte e acesso a diferentes bandeiras de operadoras de crédito. Além disso, é possível integrar opções de frete, meios de entrega e muito mais.

    3. Plataformas e soluções de marketplace

    A estrutura para se manter uma loja virtual completa pode estar além do seu escopo. E, para quem inicia nesse projeto, o alcance do canal inicial pode parecer limitado. Felizmente, existem plataformas que podem realizar uma integração com marketplaces mais robustos.

    Grandes empresas do varejo, como Americanas e Amazon, permitem conexão a plataformas de marketplace. Dessa forma, é possível centralizar estoques e até mesmo integrar sistemas facilitados de segurança e pagamento.

    4. Plugins e sistemas de chat online

    Um site é o cartão de visitas virtual de sua empresa. É a partir desse canal oficial que novos clientes podem conhecer seus valores e os seus produtos e serviços. Mas e se aproveitarmos esse fluxo e abordá-lo da maneira certa? Conheça as integrações de programas de chat online!

    As integrações que seu site precisa, às vezes, só dependem de uma conexão mais próxima com seu público. Existem chats online dedicados como o LiveChat ou como mais uma ferramenta de plataformas de CRM como a RD Station. É o ideal para quando você precisa monitorar e personalizar a trilha daquele lead potencial.

    5. Integrações com mídias sociais

    Cada ação que um usuário realiza em sua página pode trazer uma informação valiosa para sua estratégia comercial e de relacionamento. A integração entre suas mídias sociais e seu site permite que isso seja aproveitado.

    O Facebook, por exemplo, conta com a ferramenta do pixel, permitindo segmentar anúncios a partir das ações realizadas pelo seu público. Tudo isso é possível com o monitoramento integrado desse script. Assim, uma ação como visitar uma página ou adicionar um produto ao carrinho tem uma reação inteligente.

    Como vimos, há uma ampla variedade de integrações disponíveis. No entanto, apesar das possibilidades quase infinitas, as integrações que seu site precisa devem fazer sentido. Tenha uma estratégia consistente e, se precisar, conte com a consultoria estratégica e tecnológica da InCuca!

    Nosso serviço de Evolução pode ajudar na definição de quais integrações seu site precisa e muito mais! Quer saber como fazer sua empresa evoluir em suas estratégias digitais? Então, entre em contato com a Juliana, nossa especialista que irá ajudar seu negócio a ir além!

  • Quais as diferenças no framework para o desenvolvimento de software?

    Quais as diferenças no framework para o desenvolvimento de software?

    Nenhum processo de desenvolvimento do software começa totalmente do zero. Imagine, a cada novo projeto, ter de criar um código ou uma biblioteca nova especificamente para determinado sistema. Por isso, para agilizar as tarefas diárias e tornar os processos mais eficientes, adota-se um framework.

    Provavelmente você já ouviu esse termo antes, mas você sabe o que ele realmente significa? Ou, ainda, quais são as características de um framework para o desenvolvimento de software? Confira, a seguir, e descubra mais sobre esse conceito!

    O que é um framework?

    Esse conceito tem variações de acordo com a definição dada por diferentes teóricos. No entanto, para simplificar e focá-lo em desenvolvimento de software, pode-se defini-lo como um conjunto de ferramentas. Ferramentas que, por sue vez, estão implementadas em uma linguagem de programação que permita que sejam utilizadas para o desenvolvimento.

    Classes regem o comportamento de determinados grupos de objetos, definindo sua estrutura e comportamento. Em desenvolvimento de software, ter um framework significa que essas classes juntas oferecem uma solução precisa. Entretanto, para que isso seja possível, é preciso que haja intersecção entre as mesmas.

    Diferentemente de uma biblioteca de classes, esse recurso tem um modelo de colaboração que é chamado de wired-in interconnections, ou dependências embutidas. É importante, também, não confundir um framework com a metodologia que ele utiliza.

    Nesse caso, o que ocorre em um framework é a união de métodos, classes e códigos. Esse conceito é uma abstração que, ao unir tudo, permite o desenvolvimento do software de forma muito mais segura e completa.

    O modelo de colaboração permite trabalhar com um conceito crucial em desenvolvimento de software, que é a reutilização. A partir de uma estrutura de classes que cooperam entre si, tem-se a base para o desenvolvimento de uma solução específica. No desenvolvimento de software, ter um framework funcional e integrado, portanto, pode trazer diversas vantagens ao projeto em si.

    Quais são os tipos de frameworks de software?

    A classificação dependerá de seu contexto. A forma e o local em que ele é utilizado definem os tipos existentes.

    Em relação à forma como o framework é utilizado, é possível separá-lo em três tipos:

    • White-box: orientado à arquitetura. Sua função é modificar ou estender funcionalidades. Trata-se de um framework cujas classes e métodos são acessíveis e modificáveis. É papel de um framework white-box, por exemplo, definir sub-classes e sobrescrever métodos.
    • Black-box: mais voltado a dados. A função utilizada já está presente no próprio framework. Embora mais fáceis de utilizar do que os white-box, seus elementos internos não são visíveis ou possíveis de ser alterados.
    • Gray-box: esse tipo reúne características tanto de white-box quanto black-box. Assim, tem-se tanto a possibilidade de estender funcionalidades quanto de criar aplicações com facilidade.

    Já em relação à dimensão, isto é, onde o framework será utilizado, é possível definir os seguintes tipos:

    • Framework horizontal: serve a uma variedade de aplicações, mas apenas para uma determinada parte de um problema. Mais voltado para um aspecto generalista. Uma interface específica, por exemplo, pode ser construída a partir de um framework horizontal com essa capacidade.
    • Framework vertical: focado no domínio de um problema específico. É aplicável a uma grande parte de determinado problema.

    Quais são os fundamentos e as características dos frameworks de software?

    A utilização desse recurso oferece, para os desenvolvedores de software, maior segurança. Uma estrutura integrada já preparada para isso, além de economizar tempo, tem parte de sua segurança pronta. Assim, muito código é poupado e enxuto sem perder sua eficiência na programação.

    Mais uma característica é a sua extensibilidade. Ou seja, a possibilidade de criar arquiteturas flexíveis. Pense em um framework como uma caixa de ferramentas que agiliza o desenvolvimento. Por meio de adaptações e novos métodos sendo implementados, novos tipos de aplicações podem ser construídos!

    Linguagens como PHP, Java, CSS e demais outras contam com populares soluções de framework. Junto a ele, cria-se uma comunidade disposta a auxiliar e até mesmo criar novos que possam solucionar questões específicas durante o desenvolvimento de um sistema.

    E então, tiramos sua dúvida sobre o assunto? Para saber mais sobre os tipos de frameworks de software, continue acompanhando nosso blog ou entre em contato com a InCuca. Até a próxima!