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  • Maturidade digital: avalie sua empresa com o INVEST e descubra onde melhorar

    Maturidade digital: avalie sua empresa com o INVEST e descubra onde melhorar

    Escrever boas histórias de usuários é fundamental para o sucesso de qualquer projeto. Elas são um componente essencial das metodologias ágeis, como o SCRUM, e ajudam a entender as necessidades dos usuários de forma clara e concisa. Histórias de usuários são a ponte que o desenvolvedor precisa para chegar em uma solução personalizada. Claro que não se troca uma boa história de usuário pela documentação ou por qualquer planejamento de um método ágil. No entanto, elas ajudam a refinar funcionalidades do software e validar decisões no processo. E não há melhor forma de validar a história de seu usuário do que com o INVEST.

     Analise grátis a qualidade do seu site

    O INVEST tem o poder de proporcionar um entendimento mais profundo das necessidades e expectativas dos usuários, permitindo que as equipes de desenvolvimento criem produtos e serviços que atendam de forma eficaz e satisfatória aos seus clientes. Embora não se possa negligenciar a importância da documentação e do planejamento em um processo ágil, as histórias de usuários se destacam como uma ferramenta valiosa para refinar funcionalidades de software e validar decisões.

    A abordagem de histórias de usuários é uma prática cada vez mais adotada em desenvolvimento de software, principalmente dentro do contexto das metodologias ágeis. Essas histórias são descrições breves e centradas no usuário, que capturam os requisitos de uma funcionalidade ou recurso do software sob a perspectiva do usuário final. Elas descrevem o que o usuário precisa realizar e por quê, ao invés de se concentrar em detalhes técnicos.

    Uma das vantagens de utilizar histórias de usuários é que elas permitem que a equipe de desenvolvimento se coloque no lugar do usuário, compreendendo suas necessidades, objetivos e desafios. Essa empatia é fundamental para criar soluções que realmente atendam às expectativas dos usuários e ofereçam uma experiência de alta qualidade.

    Saiba mais, neste artigo, sobre a metodologia INVEST. Por que esse modelo pode ser importante para nortear o seu projeto? Confira a seguir.

    O que define uma boa história de usuário?

    Histórias de usuários têm origem já no final da década de 1980. Funcionalidades desejadas pelo usuário tornavam-se mais bem representadas por meio de listas de histórias de usuários. Uma história de usuário geralmente é representada de modo informal, identificando uma funcionalidade. Exemplo: “o usuário deseja adicionar um item em uma lista personalizada x”.

    Em XP (extreme programming), histórias de usuário foram uma técnica altamente difundida nas demais metodologias ágeis. Product Owners e gestores de projeto passaram a incorporar técnicas como personas para que o projeto gerasse valor e tivesse maior foco no usuário final.

    Assim, uma boa história de usuário deve agregar ao projeto e fazer com que a solução se aproxime das necessidades reais do usuário. Aplicar as características do modelo INVEST faz com que essas histórias sejam validadas e priorizadas.

    Afinal, o que é INVEST?

    INVEST nada mais é do que a sigla das características ideais para boas histórias de usuário. São elas:

    I (Independent – Independente)

    As histórias de usuários devem ser independente das outras. Considere, por exemplo, o planejamento de um formulário. Os desenvolvedores têm duas histórias de usuários que consultam uma lista em diferentes campos desse formulário.

    Para que o planejamento seja conciso, é importante que essas histórias, que dependem de uma mesma infraestrutura, sejam unidas. Ou, ainda, que sejam tidas como parte de uma história de usuário mais abrangente. Assim, a implementação não precisa controlar as dependências de duas histórias.

    N (Negotiable – Negociável)

    Embora a história do usuário traga importantes insights para o desenvolvimento, ela ainda é apenas um desejo. Por isso, é importante que ela seja concisa e negociável, isso é, que tenha um ponto de partida de escopo variável. Isso permite separar e conversar sobre a prioridade de diferentes funcionalidades em uma mesma história de usuário.

     

     

    V (Valuable – Valiosa)

    Toda história de usuário válida deve gerar valor de negócio. Isso pode ser simples de definir a princípio, mas é importante lembrar de que cliente e usuário podem ter percepções diferentes desse valor. Por isso, é crucial que o desenvolvedor possa contar com histórias de usuários que tenham valor e possam, assim, ser priorizadas.

    E (Estimable – Estimável)

    Em metodologias ágeis, é essencial que o sprint resulte em uma funcionalidade ou solução concreta antes do próximo sprint. Para isso, é preciso que a história de usuário seja estimável, ou seja, que os desenvolvedores possam compreender o funcionamento do que está sendo colocado. Ou, ainda, colocar outra história que permita que se chegue aos testes e às tecnologias ideais.

    S (Sized-Apropriately – Tamanho Ideal, também colocado como Small – Pequena)

    Histórias de usuários devem gerar o mínimo possível de incertezas e de dificuldade de estimá-las. Uma história como “Um usuário do software ERP organiza itens”, por exemplo, pode ser dividida em diversas histórias. É preciso evitar histórias grandes demais, permitindo que se criem tarefas e estimativas de acordo com o sprint ou a prioridade do projeto.

    T (Testable – Testável)

    Nenhuma história é validada se não houver critérios definidos para isso. Uma história do tipo “Um usuário espera muito para carregar uma página”, por exemplo, não é testável. Já a mesma história dizendo “

    Um usuário espera mais de dois minutos para carregar uma página” oferece um critério testável.

    Conclusão

    Escrever boas histórias de usuários é um dos pilares do desenvolvimento ágil e do sucesso do produto. Ao aplicar o INVEST em suas histórias, você estará garantindo que elas sejam valiosas, claras e orientadas para o usuário. Compreender as necessidades dos usuários, utilizar linguagem natural e testar regularmente são práticas essenciais para melhorar continuamente suas histórias.

    Cópia de Indique a

    Samuel Adiers Stefanello

    14 de julho de 2025
    Tecnologia
    software
  • Como o sistema de informação pode ajudar a escalar a empresa?

    Como o sistema de informação pode ajudar a escalar a empresa?

    O cenário atual demanda ferramentas que se adaptem as necessidades das companhias e que possam ser determinantes para tornar o negócio escalável. O sistema de informação é a espinha dorsal do empreendimento, com benefícios incalculáveis para o negócio e o planejamento digital. A velocidade com que os processos evoluíram criaram a necessidade de sistemas de informação (SI) para oferecer suporte ao crescente volume de informações que as organizações lidam em seu cotidiano. O sistema de informação passou a ser peça fundamental nas operações das empresas, que ganharam a apresentação dinâmica das informações, proporcionando uma visão clara do negócio, e garantindo o diferencial em relação aos concorrentes.

    Veja como o sistema de informação pode ajudar a escalar a empresa.

    soluções soluções

    Organização de processos

    O sistema de informação permite ao gestor ter o controle de toda a operação, oferecendo uma visibilidade das áreas e o desempenho da organização. É possível entender a fundo as etapas, ter o controle de cada uma delas e automatizar tarefas manuais, propiciando a otimização de processos e a redução de custos de operação. A implementação do gerenciamento das informações também diminui erros, uma vez que a sincronização das áreas ocorre de forma uniforme, livre de equívocos que acontecem em processos manuais.

    Cadastro unificado de informações da empresa

    Independente de onde as informações da empresa sejam acessadas, elas estarão unificadas em um só lugar. Para pequenas empresas, o cadastro unificado do sistema de informação auxilia nas tarefas back-office, enquanto nas grandes a vantagem está no controle e na organização dos dados, bem como nos relatórios que permitem uma rápida tomada de decisão.

    Dinâmica de processos na empresa

    Adotar um sistema de informação vai impactar positivamente na dinâmica de processos da empresa, mas é claro que apesar de automatizado isso não será feito sozinho. É importante adotar práticas para viabilizar o estreitamento dos processos, além da elaboração do planejamento das ações que serão inseridas no sistema, ao contrário os gestores podem ter problemas para adaptar as operações.

    Modelagem de processos

    O sistema de informação é a espinha dorsal do empreendimento, com benefícios incalculáveis para o negócio. Uma das possibilidades é a padronização de informações e processos. O gerenciamento das atividades permite o acompanhamento de cada uma das áreas, sendo determinante nas tomadas de decisões que influenciam a modelagem dos processos internos e externos.

    Ganho de tempo

    Muitas empresas pecam por não ter controle de suas ações e isso pode ser determinante para a perda de tempo e, consequentemente, dinheiro. Com o estreitamento de processos, o dinamismo e controle das ações, um sistema de informação proporciona ganho de tempo, não apenas nos processos como também no espaço de resposta com clientes e fornecedores, o que impacta positivamente no atendimento e na preservação de recursos em processos que antes eram menos ágeis.

    Segurança das informações

    Um sistema de informação garante a confidencialidade dos dados, restringido o acesso de determinados dados apenas a diretores, gestores e profissionais a quem eles se destinam. A restrição pode ser feita conforme o tipo de permissão que o usuário tem ao fazer o login no sistema, o que aumenta a proteção das informações sigilosas do negócio.

    Gestão corporativa

    A gestão corporativa parte do princípio que todos os colaboradores podem participar ativamente dos processos, opinando e advertindo sobre ações tomadas. Nesse contexto, o sistema de informação age como um catalisador, favorecendo a disseminação de informações, tornando mais dinâmicas as mudanças nas operações e aumentando a produtividade.

    Ficou com alguma dúvida? Deixe-a nos comentários para que possamos ajudar a solucioná-la. Aprenda também como criar um negócio digital lucrativo e conte com a consultoria de negócio da InCuca Tech.

    Samuel Adiers Stefanello

    24 de janeiro de 2025
    Tecnologia
    empresa, gestão, segurança, sistema de informação, software
  • Boas práticas em segurança digital: 12 dicas imperdíveis

    Boas práticas em segurança digital: 12 dicas imperdíveis

    Adotar boas práticas em segurança digital é algo indispensável para qualquer organização. Você sabia que, com a pandemia, as ameaças online aumentaram em até seis vezes seus níveis normais?

    Ainda, conforme um estudo recente da NETSCOUT Threat Intelligence, os ataques cibernéticos cresceram 16,17% no Brasil no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2020.

    Os ciberataques têm como alvo empresas de qualquer tamanho, incluindo sites institucionais, lojas virtuais, blogs, landing pages, etc.

    Então, para que sua instituição não faça parte dessas estatísticas, continue a leitura e confira nossas dicas de boas práticas em segurança digital.

    Quais problemas você pode evitar ao utilizar boas práticas em segurança digital?

    A tecnologia digital é uma grande equalizadora. Ela fornece a qualquer organização – independentemente de seu tamanho – o potencial para competir no mercado de hoje.

    Mas toda essa interconexão também traz consigo maior risco cibernético. Nem sempre na rotina corrida das empresas se pensa sobre isso. Então, aproveite este momento e reflita: o que um ciberataque acarretaria para sua organização?

    Falhas de segurança, como o vazamento de dados, podem levar a problemas de reputação e credibilidade, perda de leads e de vendas e, em alguns casos, até ao fechamento do negócio.

    Isso pode ser evitado ao aplicar boas práticas em segurança digital, mantendo seus canais protegidos contra invasões e vazamento de informações de seus clientes e sua empresa protegida contra multas onerosas.

    Além disso, você evita que seu site fique fora do ar, o que também pode gerar grandes prejuízos, como a perda de acessos, engajamento e vendas, além da insatisfação de seus clientes.

    Ainda há um benefício extra: sites e blogs seguros resultam em uma melhor experiência ao usuário, o que poderá refletir no ganho de autoridade e em um melhor ranqueamento nos sites de busca.

    Evite riscos com essas boas práticas em segurança digital

    Adotar consistentemente boas práticas em segurança digital, como vimos, pode evitar grandes prejuízos e problemas para a sua organização, além de contribuir para que sua
    Então, que tal conhecer algumas dessas práticas? A seguir, veja nossas dicas. 

    1. Seja proativo

    Muitas empresas acabam pensando sobre segurança digital apenas quando sofrem algum ataque. Esse comportamento reativo pode gerar mais custos e problemas para seu negócio.

    Por isso, o indicado é ser proativo, realizando o monitoramento constante para detectar eventuais vulnerabilidades em seus sistemas e canais digitais.

    2. Acesse seu sistema apenas através de conexões seguras

    Não acesse seu sistema CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo, como o WordPress) em redes públicas ou de Wi-Fi aberto.

    Ao invés disso, utilize conexões via cabo ou com protocolos de segurança como WPA-2, WPA ou WEP.

    3. Utilize apenas senhas fortes

    Embora seja algo básico, muitos ainda pecam nesse quesito. Conforme um levantamento, 25% das senhas podem ser hackeadas em apenas três segundos!

    Por isso, uma das boas práticas em segurança digital é utilizar senhas fortes e não repeti-las. Assim, as senhas devem ter letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais.

    Sempre crie uma senha exclusiva para cada nova solicitação de login e atualize-a frequentemente. Outro cuidado importante é jamais armazená-la no diretório do site.

    4. Mantenha o software e os plugins atualizados

    Diariamente, inúmeros sites são comprometidos devido a softwares desatualizados. Hackers e bots vasculham a web em busca de canais com esse tipo de vulnerabilidade.

    Por isso, as atualizações são vitais para a segurança digital. Se o software ou os aplicativos do seu site não estiverem atualizados, eles não estarão seguros.

    Então, não negligencie as solicitações de atualização de software e plugin. Essas geralmente contém aprimoramentos de segurança e reparos de vulnerabilidades. Algumas plataformas permitem atualizações automáticas, outra opção para garantir a segurança do seu canal digital.

    5. Limite as tentativas de acesso

    Você sabia que cibercriminosos podem tentar invadir sua plataforma CMS inserindo várias combinações de login e senha nela?

    Uma das boas práticas em segurança digital que ajudam a evitar que eles sejam bem-sucedidos é instalar plugins que limitem as tentativas massivas de acesso.

    6. Utilize apenas temas e plugins originais

    É possível encontrar diversos temas e plugins gratuitos na internet, porém, boa parte deles são piratas e contém vírus e malware. De fato, há um levantamento que averiguou que mais de 90% das vulnerabilidades do WordPress estão associadas a esses elementos.

    Não há motivo para correr esse risco, certo? Então, utilize apenas temas e plugins originais e oficiais.

    7. Utilize ferramentas para análise web

    Essas ferramentas são utilizadas para o monitoramento de atualizações do site, de confiabilidade (período em que o canal permaneceu no ar durante o mês) e vulnerabilidade de plugins e temas.

    Portanto, elas são primordiais para controlar a segurança de seus canais digitais, permitindo a identificação proativa de eventuais vulnerabilidades.

    8. Tenha certificado HTTPS e SSL

    Se o seu site ainda não estiver usando o protocolo HTTPS, isso precisa ir para o topo da sua lista de prioridades. Afinal, isso basicamente informa aos visitantes do seu site que eles estão interagindo com o servidor adequado e nada mais pode alterar ou interceptar o conteúdo que está sendo visualizado.

    Sem HTTPS, um hacker pode mudar as informações na página para coletar informações pessoais dos visitantes do seu site. Por exemplo, eles podem roubar informações de login e senhas dos usuários.

    Como se isso não fosse motivo suficiente para utilizar, o protocolo HTTPS também ajuda a melhorar a classificação de sites em buscadores. O Google recompensa os canais digitais que utilizam essa medida de segurança.

    Além disso, você pode elevar a segurança combinando seu HTTPS com um certificado SSL (secure sockets layer). Isso é especialmente necessário para sites de comércio eletrônico, pois os usuários enviam informações confidenciais, como números de cartão de crédito, nomes e endereços.

    Os certificados SSL criptografam a comunicação entre o servidor e o navegador do usuário. Esta é uma camada adicional de criptografia muito relevante para manter seu site seguro.

    9. Implemente firewalls para segurança do site

    O uso de firewalls é uma das boas práticas em segurança digital mais importantes. Um firewall protege o site bloqueando conexões maliciosas que podem comprometer sua segurança.

    10. Altere as configurações padrão do CMS

    Os ataques mais comuns contra sites são totalmente automatizados. O que muitos bots de ataque contam é que os usuários tenham suas configurações de CMS padrão.

    Então, entre as boas práticas em segurança digital, altere suas configurações padrão imediatamente. As mudanças ajudarão a prevenir a ocorrência de um grande número de ataques.

    As configurações do CMS podem incluir o ajuste de comentários de controle, visibilidade do usuário e permissões.

    Um exemplo de alteração importante de configuração padrão é “permissões de arquivo”. Você pode alterar as permissões para especificar quem pode fazer o que em um arquivo (ler, escrever, executar).

    11. Faça backup do seu site

    Uma das melhores práticas para manter seu site seguro é ter uma boa solução de backup. Isso permitirá restaurar dados e evitar longos períodos fora do ar, se for o caso.

    12. Tenha medidas de controle de acesso adequadas

    O controle de acesso deve ser parte integrante de qualquer programa de segurança digital. A necessidade disso surge do fato de que as atividades humanas são as maiores causadoras de ataques cibernéticos, conforme identificou uma pesquisa.

    Os funcionários com permissões de acesso a áreas específicas do site podem cometer erros que resultam em ataques desastrosos. Para minimizar os riscos, os proprietários de sites devem implantar mecanismos robustos de controle de acesso, que aumentarão a segurança limitando o número de pessoas cujas atividades podem resultar em erros.

    Por exemplo, inicialmente, não haveria necessidade de permitir que um criador de conteúdo acesse a parte codificada do site. Apenas um desenvolvedor ou administrador de site, a princípio, deveria acessá-la. O mesmo se aplica a todas as funções, incluindo desenvolvedores externos, blogueiros convidados, consultores ou designers, por exemplo.

    Agora é hora de colocar estas dicas em prática! Você gostou de saber mais sobre essas boas práticas em segurança digital? Quais a sua empresa já utiliza? Deixe sua mensagem nos comentários e continue acompanhando nosso blog.

    InCuca Tech

    5 de outubro de 2021
    Tecnologia
    boas práticas, segurança, segurança digital, software
  • Quais as diferenças no framework para o desenvolvimento de software?

    Quais as diferenças no framework para o desenvolvimento de software?

    Nenhum processo de desenvolvimento do software começa totalmente do zero. Imagine, a cada novo projeto, ter de criar um código ou uma biblioteca nova especificamente para determinado sistema. Por isso, para agilizar as tarefas diárias e tornar os processos mais eficientes, adota-se um framework.

    Provavelmente você já ouviu esse termo antes, mas você sabe o que ele realmente significa? Ou, ainda, quais são as características de um framework para o desenvolvimento de software? Confira, a seguir, e descubra mais sobre esse conceito!

    soluções soluções

    O que é um framework?

    Esse conceito tem variações de acordo com a definição dada por diferentes teóricos. No entanto, para simplificar e focá-lo em desenvolvimento de software, pode-se defini-lo como um conjunto de ferramentas. Ferramentas que, por sue vez, estão implementadas em uma linguagem de programação que permita que sejam utilizadas para o desenvolvimento.

    Classes regem o comportamento de determinados grupos de objetos, definindo sua estrutura e comportamento. Em desenvolvimento de software, ter um framework significa que essas classes juntas oferecem uma solução precisa. Entretanto, para que isso seja possível, é preciso que haja intersecção entre as mesmas.

    Diferentemente de uma biblioteca de classes, esse recurso tem um modelo de colaboração que é chamado de wired-in interconnections, ou dependências embutidas. É importante, também, não confundir um framework com a metodologia que ele utiliza.

    Nesse caso, o que ocorre em um framework é a união de métodos, classes e códigos. Esse conceito é uma abstração que, ao unir tudo, permite o desenvolvimento do software de forma muito mais segura e completa.

    O modelo de colaboração permite trabalhar com um conceito crucial em desenvolvimento de software, que é a reutilização. A partir de uma estrutura de classes que cooperam entre si, tem-se a base para o desenvolvimento de uma solução específica. No desenvolvimento de software, ter um framework funcional e integrado, portanto, pode trazer diversas vantagens ao projeto em si.

    Quais são os tipos de frameworks de software?

    A classificação dependerá de seu contexto. A forma e o local em que ele é utilizado definem os tipos existentes.

    Em relação à forma como o framework é utilizado, é possível separá-lo em três tipos:

    • White-box: orientado à arquitetura. Sua função é modificar ou estender funcionalidades. Trata-se de um framework cujas classes e métodos são acessíveis e modificáveis. É papel de um framework white-box, por exemplo, definir sub-classes e sobrescrever métodos.
    • Black-box: mais voltado a dados. A função utilizada já está presente no próprio framework. Embora mais fáceis de utilizar do que os white-box, seus elementos internos não são visíveis ou possíveis de ser alterados.
    • Gray-box: esse tipo reúne características tanto de white-box quanto black-box. Assim, tem-se tanto a possibilidade de estender funcionalidades quanto de criar aplicações com facilidade.

    Já em relação à dimensão, isto é, onde o framework será utilizado, é possível definir os seguintes tipos:

    • Framework horizontal: serve a uma variedade de aplicações, mas apenas para uma determinada parte de um problema. Mais voltado para um aspecto generalista. Uma interface específica, por exemplo, pode ser construída a partir de um framework horizontal com essa capacidade.
    • Framework vertical: focado no domínio de um problema específico. É aplicável a uma grande parte de determinado problema.

    Quais são os fundamentos e as características dos frameworks de software?

    A utilização desse recurso oferece, para os desenvolvedores de software, maior segurança. Uma estrutura integrada já preparada para isso, além de economizar tempo, tem parte de sua segurança pronta. Assim, muito código é poupado e enxuto sem perder sua eficiência na programação.

    Mais uma característica é a sua extensibilidade. Ou seja, a possibilidade de criar arquiteturas flexíveis. Pense em um framework como uma caixa de ferramentas que agiliza o desenvolvimento. Por meio de adaptações e novos métodos sendo implementados, novos tipos de aplicações podem ser construídos!

    Linguagens como PHP, Java, CSS e demais outras contam com populares soluções de framework. Junto a ele, cria-se uma comunidade disposta a auxiliar e até mesmo criar novos que possam solucionar questões específicas durante o desenvolvimento de um sistema.

    E então, tiramos sua dúvida sobre o assunto? Para saber mais sobre os tipos de frameworks de software, continue acompanhando nosso blog ou entre em contato com a InCuca. Até a próxima!

    Lucas Adiers Stefanello

    5 de março de 2018
    Tecnologia
    framework, software
  • Conheça as principais etapas para o desenvolvimento de software

    Conheça as principais etapas para o desenvolvimento de software

    O desenvolvimento de software muitas vezes é considerado um processo complexo para quem deseja desenvolver um sistema para a empresa. No geral, muitos gestores sentem dificuldades em compreender quais são as etapas essenciais deste tipo de projeto. Pensando nisso, separamos as principais fases para o desenvolvimento de um software para que você conheça e se familiarize na hora de contratar uma empresa especializada. Acompanhe!

    Levantamento de requisitos de software

    O levantamento de requisitos é a primeira etapa para a criação de um sistema, e é considerada uma das mais importantes quando o assunto é desenvolvimento de software. No geral, muitos projetos são abandonados quando esta etapa é desprezada, pois sem o levantamento de requisitos é impossível conhecer as reais necessidades dos clientes e torna-se inviável seguir adiante com as demais etapas.

    A fase de levantamento de requisitos é guiada basicamente por três atividades:

    Coleta dos requisitos: é realizada a comunicação com os clientes e usuários para determinar quais serão os requisitos do software.

    Análise de requisitos: define o estado das informações coletadas para determinar se existe ambiguidades, contradições, requisitos ocultos ou incompletos e resolve estes problemas.

    Registros dos requisitos: é realizada a documentação dos requisitos com casos de uso, linguagem natural, entre outras formas.

    Vale destacar também que nesta etapa é definida a infraestrutura necessária para o desenvolvimento, teste e homologação.

    Estratégias de gestão de projeto

    A definição das estratégias do projeto é uma etapa importante no desenvolvimento de software. Para esta etapa, existe a escolha entre desenvolver o software com um escopo fechado ou por meio da metodologia ágil. Na primeira opção é entregue o software ao cliente, somente quando o projeto estiver 100% concluído. Na metodologia ágil são entregues parcelas mínimas para já serem utilizadas pelo cliente.

    Pensando em criar um software? Nós podemos te ajudar. Clique aqui e lhe daremos o caminho das pedras.

    Para a escolha do método ideal, é preciso compreender a necessidade do cliente. Se para o cliente o software só fará sentido em sua totalidade, então o mais recomendado é utilizar o escopo fechado como a estratégia ideal. Por outro lado, se o software pode ser utilizado em parcelas, ou se o cliente possui incertezas do que realmente busca em seu projeto, a metodologia ágil é a mais recomendada.

    Gestão de equipes de desenvolvimento e de testes

    Assim como todo projeto, o desenvolvimento de software também requer a gestão de equipes. Neste caso, o processo de gestão serve para guiar os desenvolvedores em relação às etapas que devem ser priorizadas, prazos que devem ser atendidos, testes que devem ser realizados, entre outros fatores importantes para o sucesso do projeto.

    Documentação

    No processo de documentação no desenvolvimento de software sabe-se que as manutenções e melhorias são fundamentais para a evolução e bom funcionamento de um sistema, e a existência de uma documentação é fundamental para auxiliar em futuros ajustes do software. Quando se fala em documentação, também é preciso compreender que esta etapa deve ser precisa e suficiente. Ou seja, a documentação deve abranger todos os perfis de usuários e deve ser adequada para cada um deles, além de ser minimamente necessária para uma boa manutenção do sistema.

    Desta forma, quanto mais complexa for a documentação, mais cara ficará esta etapa e menores serão as chances dela ser realmente utilizada. O uso de softwares tem sido cada vez mais comum em empresas de diversos portes e segmentos, pois são recursos fundamentais para aplicação de estratégias e ajudam a se manterem competitivas em seus nichos.

    Conhecer as principais etapas de desenvolvimento de software é fundamental, seja para quem pretende interagir ativamente no projeto ou para simplesmente ter embasamento na hora de convencer gestores nas tomadas de decisão referente ao desenvolvimento de software.

    E você, tem alguma dúvida referente às etapas do desenvolvimento de software? Nós podemos te ajudar!

    Samuel Adiers Stefanello

    11 de janeiro de 2016
    Go-to-Market (GTM)
    criação, desenvolvimento, metodologia, sistemas sob medida, software
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