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  • Unified Data Layer: O guia definitivo para CMOs que estão cansados de dados fragmentados

    Unified Data Layer: O guia definitivo para CMOs que estão cansados de dados fragmentados

    CMOs enfrentam hoje o desafio dos dados fragmentados: múltiplas plataformas, silos e métricas desencontradas impedem decisões ágeis. Este guia definitivo apresenta o conceito de Unified Data Layer, mostra como a unificação de dados cria uma fonte única da verdade e explica passos práticos para integrar dados de marketing, melhorar governança e acelerar insights acionáveis e estratégicos.

    Impacto dos dados fragmentados nas decisões de marketing

    CMOs enfrentam um problema cotidiano: dados fragmentados entre analytics, CRM, plataformas de anúncios e vendas. Relatórios que não conversam, atribuições conflitantes e bases de cliente desconectadas causam dashboards com números diferentes, funis desalinhados e perda de confiança nas métricas.

    • Relatórios divergentes que geram conflitos entre equipes;
    • Aumento do custo operacional por retrabalho e reconciliação;
    • Decisões inconsistentes devido a versões múltiplas da “verdade”;
    • Atraso nos insights: dias ou semanas para consolidar informações;
    • Risco maior em alocar budget errado e diminuir o ROI das campanhas.

    Esse caos tem impacto mensurável. Estudos da indústria indicam que analistas e cientistas de dados podem gastar até 80% do tempo em limpeza e consolidação de dados, e estimativas amplamente citadas apontam custos trilionários globais por má qualidade dos dados. Além do custo direto, a falta de confiança nas métricas provoca decisões reativas e fragmentadas. No próximo capítulo, veremos como o Unified Data Layer oferece a solução técnica e organizacional para transformar essas fontes dispersas em uma fonte única da verdade, com governança e resultados mensuráveis.

    Conceito e pilares do Unified Data Layer

    Um Unified Data Layer é uma camada lógica que consolida, padroniza e expõe dados de marketing para consumo consistente em toda a organização. A unificação de dados transforma eventos de analytics, registros de CRM e sinais de plataformas de anúncios em uma única representação acionável, criando uma fonte única da verdade. Seus pilares técnicos e organizacionais incluem:

    • Modelagem de dados: um modelo comum que representa entidades (cliente, contato, campanha) e relacionamentos.
    • Resolução de identidade: reconciliar cookies, user_id e CRM para um identificador unificado.
    • Schema e metadados: contratos claros, versionamento e catálogo (ver Wikipedia).
    • APIs: interfaces padronizadas para leitura/gravação e interoperabilidade.
    • Latência: batch vs streaming, SLAs para atualização de segmentos e relatórios.
    • Segurança e privacidade: criptografia, consentimentos e governança de acesso.

    Arquiteturas podem ser centralizadas (dados copiados), virtuais (federadas) ou híbridas; cada opção tem trade-offs entre consistência, custo e velocidade. Ex.: mapear CRM.customer_id a analytics.user_id e sinalizar conversões em ad platforms. Este capítulo prepara a transição prática para arquitetura, integração e governança.

    Implementação prática: arquitetura, integração e governança

    Faça avaliação de maturidade: inventário de fontes, qualidade e gaps; envolva CMO, CIO e engenharia. Defina arquitetura alinhada a casos de uso e escala. Use ETL/ELT para cargas históricas, streaming para eventos em tempo real e APIs para integrações SaaS; padronize contratos de schema. Garanta interoperabilidade via conectores e camada de abstração para ferramentas de marketing. Implante pipelines com processos de limpeza: deduplicação, normalização, resolução de identidade e enriquecimento. Estabeleça governança e privacidade: controle de acesso, consentimento, retenção e auditoria; coordene com jurídico. Documente contratos de dados, SLAs e políticas de retenção; automatize testes de qualidade e alertas para proteger a integridade da fonte única da verdade.

    Responsabilidades:

    • CMO — prioriza casos e KPIs
    • CIO — infraestrutura e orçamento
    • Engenheiros de Dados — pipelines e QA

    Cronograma: MVP 3–6 meses; rollout 9–18 meses.

    Custos relativos: integração e consultoria alto, infraestrutura médio.

    Checklist:

    • Inventário completo
    • Modelos aprovados
    • Pipelines testados
    • Políticas publicadas

    Armadilhas: escopo ilimitado, falta de testes, governança fraca. Use fontes confiáveis (ex.: Wikipedia) ao definir padrões e termos técnicos.

    Medição de sucesso e governança contínua

    Após implantar o Unified Data Layer, medir sucesso exige métricas objetivas, SLAs claros e governança ativa para manter a unificação de dados e a integração de dados de marketing como fonte única da verdade.

    • Métricas de qualidade de dados: completude, precisão, consistência, unicidade e latência de ingestão.
    • SLAs: tempo máximo de sincronização, RTO/RPO para réplicas, SLA de resolução de incidentes.
    • KPIs de marketing: atribuição (model share), tempo até insight (tempo médio para relatório confiável), taxa de conversão por jornada, CAC, LTV.
    • ROI e prova ao board: uplift de receita por campanha, redução de custos operacionais, payback period e cenários antes/depois.

    Estratégias: monitoramento contínuo com alertas, automação de testes de qualidade (assertions, sampling, anomaly detection), pipelines de testes e validação. Processos: stewards, auditorias periódicas, catálago de dados e lineage. Escalabilidade: metadata-driven pipelines e versionamento.
    Template de dashboard (exemplo): Data Quality, SLA Compliance, Atribuição por Canal, Tempo até Insight, ROI por Campanha.

    Métricas comparativas exemplo: completude +30%, tempo até insight −50%, conversão +12% (antes/depois).

    Conclusão

    Adotar um Unified Data Layer é imprescindível para CMOs que querem sair do ciclo dos dados fragmentados. A unificação de dados proporciona uma fonte única da verdade, facilita integração de dados de marketing e melhora tomada de decisão. Com governança adequada, KPIs claros e tecnologia alinhada, equipes obtêm insights confiáveis e resultados comerciais mensuráveis e imediatos.

    Samuel Adiers Stefanello

    19 de fevereiro de 2026
    Dados & Performance
  • Como corrigir problemas de indexação que bloqueiam seu tráfego orgânico

    Como corrigir problemas de indexação que bloqueiam seu tráfego orgânico

    Por que a indexação é o “gargalo invisível” do SEO

    Não importa a qualidade do conteúdo ou a força do link building — se suas páginas não estão indexadas, elas simplesmente não existem para o Google.
    Problemas de indexação representam um dos maiores pontos cegos em estratégias de SEO, especialmente para empresas que já produzem conteúdo e investem em otimização técnica, mas veem o crescimento orgânico estagnar.

    Este guia mostra como diagnosticar e corrigir os problemas mais comuns de indexação que bloqueiam seu tráfego, com ações priorizadas pelo impacto.

    Passo 1: Confirmar se é realmente um problema de indexação

    Antes de iniciar qualquer correção, é preciso diferenciar páginas não indexadas de páginas deliberadamente excluídas do índice (ex.: por estratégia de SEO técnico).

    Ferramentas essenciais para essa verificação:

    • Google Search Console (GSC) — Relatório de “Páginas” → filtros “Não indexada” e “Motivo”.
    • Operador site: no Google — Para verificar rapidamente se a página está no índice.
    • Ferramentas de rastreamento como Screaming Frog ou Sitebulb — Para cruzar o status de rastreamento com status de indexação.

    Passo 2: Corrigir configurações que bloqueiam rastreamento

    2.1 robots.txt bloqueando áreas importantes

    Um Disallow mal configurado pode impedir o Googlebot de acessar páginas críticas.
    Como corrigir:

    • Revise o arquivo robots.txt (ex.: seusite.com/robots.txt).
    • Permita o rastreamento das seções que precisam estar no índice.
    • Mantenha bloqueios apenas para áreas administrativas e duplicadas.

    2.2 Meta tag noindex acidental

    Tags noindex aplicadas por engano removem páginas do índice.
    Como corrigir:

    • Busque por “noindex” no código-fonte ou via crawler.
    • Remova o atributo das páginas que precisam ranquear.

    Passo 3: Resolver problemas de canonização

    3.1 Tags canônicas incorretas

    Um rel="canonical" apontando para a URL errada pode “fundir” páginas e eliminar a original do índice.
    Como corrigir:

    • Verifique se a tag canônica aponta para a própria URL ou para a versão correta.
    • Evite canônicas conflitantes entre sitemap e HTML.

    Passo 4: Garantir integridade do sitemap XML

    O sitemap XML deve refletir apenas URLs indexáveis. Sitemaps desatualizados com páginas inexistentes, bloqueadas ou duplicadas prejudicam o rastreamento.

    Como corrigir:

    • Gere o sitemap diretamente no CMS ou via ferramenta confiável.
    • Inclua apenas URLs 200 OK, com conteúdo único e indexável.
    • Atualize o sitemap sempre que houver mudanças relevantes e envie no GSC.

    Passo 5: Tratar erros de servidor e redirecionamentos

    • Erros 4xx/5xx: afetam o rastreamento e consomem o crawl budget.
    • Cadeias de redirecionamento: prejudicam a indexação de destino.

    Como corrigir:

    • Monitore erros no GSC → “Cobertura” e logs do servidor.
    • Resolva redirecionamentos em cadeia, mantendo sempre a rota mais curta (idealmente 301 direto para a página final).

    Passo 6: Otimizar para evitar desperdício de crawl budget

    Sites grandes podem ter problemas de indexação porque o Googlebot “gasta” tempo com páginas de baixa prioridade (filtros, parâmetros, duplicatas).

    Como corrigir:

    • Bloqueie no robots.txt páginas que não precisam de rastreamento.
    • Use noindex em páginas que não devem aparecer no índice.
    • Padronize URLs para evitar parâmetros desnecessários.

    Passo 7: Reprocessar URLs problemáticas

    Depois de corrigir as causas, acelere a reindexação:

    • Use o Inspecionar URL no GSC e solicite indexação manual.
    • Reenvie o sitemap atualizado.
    • Gere novos sinais de relevância (links internos, atualizações de conteúdo, melhoria de velocidade).

    Checklist

    Conclusão

    Saber como corrigir problemas de indexação é essencial para garantir que todo o investimento em conteúdo e SEO técnico gere retorno real. A abordagem correta combina diagnóstico preciso, ações técnicas bem executadas e monitoramento constante no Google Search Console.

    Corrija agora os bloqueios que estão escondendo seu site do Google
    A InCuca Tech oferece um serviço especializado de correção técnica de indexação. Diagnosticamos, corrigimos e monitoramos para que cada página relevante apareça no Google e gere resultados. Veja como funciona:
    https://incuca.net/lpa-incuca-indexar-correcao-tecnica/

    Quer falar diretamente com um especialista?
    Se prefere entender rapidamente o que está bloqueando seu tráfego e receber um plano de ação imediato, fale conosco pelo WhatsApp:
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    Perguntas Frequentes (FAQ)

    Quanto tempo leva para uma página corrigida ser indexada?

    Depende da frequência de rastreamento do Google para seu site. Após solicitação no GSC, pode variar de horas a semanas.

    É sempre necessário forçar a indexação?

    Não. Para sites com rastreamento frequente, basta corrigir os problemas. Solicitar indexação acelera, mas não substitui o trabalho técnico.

    Posso remover páginas do sitemap para corrigir indexação?

    Sim — mantenha no sitemap apenas URLs que você quer ranqueando e que estejam aptas à indexação.

    Samuel Adiers Stefanello

    14 de agosto de 2025
    Marketing Ops
  • Como corrigir URLs sem resposta HTTP e recuperar posições no Google

    Como corrigir URLs sem resposta HTTP e recuperar posições no Google

    No universo do SEO, é comum que problemas técnicos sejam negligenciados em favor de estratégias de conteúdo ou backlinks. No entanto, erros técnicos podem ser a chave para o sucesso ou fracasso de um site em termos de posicionamento nos motores de busca. Um desses problemas frequentemente ignorados são as URLs sem resposta HTTP — erro crítico que pode afetar drasticamente a indexação de seu site e, consequentemente, seu ranking no Google.

    Neste artigo, vamos explorar o que são as URLs sem resposta HTTP, como elas impactam seu SEO, e as melhores práticas para corrigir esse erro, garantindo que seu site continue bem posicionado nos resultados de pesquisa.

    O Que São URLs sem Resposta HTTP?

    Antes de abordarmos as soluções, é importante entender o que significa uma URL sem resposta HTTP. Em termos simples, isso ocorre quando o servidor de um site não consegue fornecer uma resposta válida para uma URL solicitada. O protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol) é utilizado para a comunicação entre o navegador do usuário e o servidor, e qualquer erro neste processo pode resultar em falhas no carregamento da página.

    O mais comum é quando o servidor retorna códigos de erro como o 404 (Página Não Encontrada) ou o 500 (Erro Interno do Servidor), mas, em alguns casos, uma URL pode simplesmente não responder devido a problemas de configuração no servidor ou nas permissões de acesso.

    Como as URLs sem Resposta HTTP Afetam o SEO?

    Impacto no Crawl Budget

    O crawl budget é o tempo e os recursos que os motores de busca, como o Google, alocam para rastrear um site. Quando o Googlebot encontra URLs sem resposta HTTP, ele gasta seu tempo tentando acessar páginas que não podem ser carregadas. Isso consome o crawl budget de forma ineficiente, o que significa que menos páginas úteis e relevantes do seu site serão rastreadas e indexadas.

    Experiência do Usuário e Taxa de Rejeição

    A experiência do usuário também é afetada diretamente por URLs sem resposta HTTP. Quando um visitante acessa uma URL inválida, ele provavelmente se sentirá frustrado, resultando em um aumento na taxa de rejeição. O Google monitora essas interações e, caso um número significativo de usuários abandone seu site por essas falhas, o site pode sofrer uma penalização em seu ranking.

    Penalizações no Ranking do Google

    O Google valoriza sites bem mantidos e funcionais. Se os crawlers encontrarem muitas URLs sem resposta HTTP em seu site, isso pode sinalizar ao Google que o seu site não está sendo bem administrado. Isso pode resultar em uma perda de confiança por parte do Google, o que afeta negativamente seu ranking nos resultados de pesquisa.

    Como Corrigir URLs sem Resposta HTTP

    Agora que entendemos os problemas que as URLs sem resposta HTTP podem causar, vamos discutir como corrigi-los de forma eficiente.

    1. Identificar URLs com Erros

    O primeiro passo para corrigir as URLs sem resposta HTTP é identificá-las. Existem várias ferramentas que podem ajudá-lo com isso, incluindo:

    • Google Search Console: Ele oferece relatórios detalhados sobre erros de rastreamento, incluindo URLs com problemas de resposta.
    • Screaming Frog: Uma ferramenta popular para rastreamento de sites que identifica URLs com falhas de resposta HTTP.
    • Ahrefs: Outra ferramenta útil para identificar problemas técnicos no seu site.

    2. Corrigir Erros 404 (Página Não Encontrada)

    Erros 404 ocorrem quando uma página não pode ser encontrada no servidor. Isso pode ocorrer quando um link está incorreto ou a página foi removida. Para corrigir isso, siga estas etapas:

    • Redirecionamento 301: Se a página foi removida, use redirecionamentos 301 para enviar os visitantes para uma página relevante.
    • Verifique os Links Internos: Certifique-se de que todos os links internos no seu site estão apontando para páginas ativas e relevantes.

    3. Corrigir Erros 500 (Erro Interno do Servidor)

    Erros 500 são causados por problemas no servidor que impedem o carregamento das páginas. Para corrigir esses erros, é necessário:

    • Verificar o Log de Erros do Servidor: O log de erros do servidor pode fornecer informações sobre o que está causando o erro.
    • Contato com o Provedor de Hospedagem: Se os erros forem causados por problemas no servidor, entre em contato com o provedor de hospedagem para resolver a questão.

    4. Ajustar Permissões de Acesso (Erro 403)

    Erro 403 significa que o servidor entendeu a solicitação, mas se recusou a atendê-la. Isso pode ocorrer quando as permissões de acesso não estão configuradas corretamente. Para corrigir o erro 403:

    • Revise o Arquivo .htaccess: Verifique se há configurações no arquivo .htaccess que possam estar bloqueando o acesso ao conteúdo.
    • Verifique as Permissões de Arquivo e Pasta: Certifique-se de que as permissões de acesso aos arquivos do seu site estão corretas.

    5. Monitorar o Site Regularmente

    A correção de URLs sem resposta HTTP é um processo contínuo. Para garantir que seu site permaneça funcional, é importante monitorá-lo regularmente para detectar e corrigir novos erros. Ferramentas como Google Search Console e Screaming Frog devem ser usadas periodicamente para identificar e resolver problemas de rastreamento.

    Como Prevenir Erros de Resposta HTTP no Futuro

    1. Audite seu Site Regularmente: Utilize ferramentas como Google Search Console e Ahrefs para realizar auditorias periódicas e identificar rapidamente problemas.
    2. Mantenha seu Site Atualizado: Garantir que o CMS, plugins e scripts do seu site estejam sempre atualizados pode prevenir muitos problemas técnicos.
    3. Implementação de Monitoramento Contínuo: Use ferramentas como Uptime Robot para monitorar seu site em tempo real e ser notificado quando uma página não estiver funcionando corretamente.

    Conclusão

    Corrigir URLs sem resposta HTTP é um passo crucial para garantir que seu site funcione corretamente e não sofra penalizações no Google. Manter seu site livre de erros de rastreamento melhora a experiência do usuário, otimiza o crawl budget e ajuda a manter o bom desempenho nos resultados de busca.

    Para garantir que seu site esteja otimizado e funcionando sem erros, aproveite nosso serviço de Incuca Insights. Descubra gargalos invisíveis que podem estar impactando seu desempenho. Clique aqui para indexar seu site e corrigir problemas de SEO. Ou, se preferir, fale diretamente com um especialista via WhatsApp para uma consultoria personalizada sobre como resolver erros de SEO e otimizar seu site para melhores resultados.

    Perguntas frequentes (FAQ)

    O que são URLs sem resposta HTTP?

    URLs sem resposta HTTP ocorrem quando o servidor não retorna uma resposta válida ao solicitar uma página, geralmente apresentando erros como 404, 500 ou 403.

    Como as URLs sem resposta HTTP afetam o SEO?

    Esses erros consomem o “crawl budget” do Google, impedem a indexação adequada e podem gerar uma experiência de usuário ruim, impactando negativamente o ranking no Google.

    Como corrigir erros 404 (página não encontrada)?

    Identifique links quebrados, remova páginas antigas ou implemente redirecionamentos 301 para garantir que visitantes e crawlers sejam encaminhados para páginas relevantes.

    O que fazer quando ocorre um erro 500?

    Erro 500 geralmente está relacionado a falhas no servidor. Verifique os logs de erro do servidor e entre em contato com o provedor de hospedagem para resolver o problema.

    Como corrigir erros 403 (acesso proibido)?

    Revise as permissões de acesso ao seu servidor e verifique se o arquivo .htaccess ou outras configurações de segurança estão impedindo o acesso de crawlers ou usuários.

    Samuel Adiers Stefanello

    17 de julho de 2025
    Tecnologia
  • Maturidade digital: avalie sua empresa com o INVEST e descubra onde melhorar

    Maturidade digital: avalie sua empresa com o INVEST e descubra onde melhorar

    Escrever boas histórias de usuários é fundamental para o sucesso de qualquer projeto. Elas são um componente essencial das metodologias ágeis, como o SCRUM, e ajudam a entender as necessidades dos usuários de forma clara e concisa. Histórias de usuários são a ponte que o desenvolvedor precisa para chegar em uma solução personalizada. Claro que não se troca uma boa história de usuário pela documentação ou por qualquer planejamento de um método ágil. No entanto, elas ajudam a refinar funcionalidades do software e validar decisões no processo. E não há melhor forma de validar a história de seu usuário do que com o INVEST.

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    O INVEST tem o poder de proporcionar um entendimento mais profundo das necessidades e expectativas dos usuários, permitindo que as equipes de desenvolvimento criem produtos e serviços que atendam de forma eficaz e satisfatória aos seus clientes. Embora não se possa negligenciar a importância da documentação e do planejamento em um processo ágil, as histórias de usuários se destacam como uma ferramenta valiosa para refinar funcionalidades de software e validar decisões.

    A abordagem de histórias de usuários é uma prática cada vez mais adotada em desenvolvimento de software, principalmente dentro do contexto das metodologias ágeis. Essas histórias são descrições breves e centradas no usuário, que capturam os requisitos de uma funcionalidade ou recurso do software sob a perspectiva do usuário final. Elas descrevem o que o usuário precisa realizar e por quê, ao invés de se concentrar em detalhes técnicos.

    Uma das vantagens de utilizar histórias de usuários é que elas permitem que a equipe de desenvolvimento se coloque no lugar do usuário, compreendendo suas necessidades, objetivos e desafios. Essa empatia é fundamental para criar soluções que realmente atendam às expectativas dos usuários e ofereçam uma experiência de alta qualidade.

    Saiba mais, neste artigo, sobre a metodologia INVEST. Por que esse modelo pode ser importante para nortear o seu projeto? Confira a seguir.

    O que define uma boa história de usuário?

    Histórias de usuários têm origem já no final da década de 1980. Funcionalidades desejadas pelo usuário tornavam-se mais bem representadas por meio de listas de histórias de usuários. Uma história de usuário geralmente é representada de modo informal, identificando uma funcionalidade. Exemplo: “o usuário deseja adicionar um item em uma lista personalizada x”.

    Em XP (extreme programming), histórias de usuário foram uma técnica altamente difundida nas demais metodologias ágeis. Product Owners e gestores de projeto passaram a incorporar técnicas como personas para que o projeto gerasse valor e tivesse maior foco no usuário final.

    Assim, uma boa história de usuário deve agregar ao projeto e fazer com que a solução se aproxime das necessidades reais do usuário. Aplicar as características do modelo INVEST faz com que essas histórias sejam validadas e priorizadas.

    Afinal, o que é INVEST?

    INVEST nada mais é do que a sigla das características ideais para boas histórias de usuário. São elas:

    I (Independent – Independente)

    As histórias de usuários devem ser independente das outras. Considere, por exemplo, o planejamento de um formulário. Os desenvolvedores têm duas histórias de usuários que consultam uma lista em diferentes campos desse formulário.

    Para que o planejamento seja conciso, é importante que essas histórias, que dependem de uma mesma infraestrutura, sejam unidas. Ou, ainda, que sejam tidas como parte de uma história de usuário mais abrangente. Assim, a implementação não precisa controlar as dependências de duas histórias.

    N (Negotiable – Negociável)

    Embora a história do usuário traga importantes insights para o desenvolvimento, ela ainda é apenas um desejo. Por isso, é importante que ela seja concisa e negociável, isso é, que tenha um ponto de partida de escopo variável. Isso permite separar e conversar sobre a prioridade de diferentes funcionalidades em uma mesma história de usuário.

     

     

    V (Valuable – Valiosa)

    Toda história de usuário válida deve gerar valor de negócio. Isso pode ser simples de definir a princípio, mas é importante lembrar de que cliente e usuário podem ter percepções diferentes desse valor. Por isso, é crucial que o desenvolvedor possa contar com histórias de usuários que tenham valor e possam, assim, ser priorizadas.

    E (Estimable – Estimável)

    Em metodologias ágeis, é essencial que o sprint resulte em uma funcionalidade ou solução concreta antes do próximo sprint. Para isso, é preciso que a história de usuário seja estimável, ou seja, que os desenvolvedores possam compreender o funcionamento do que está sendo colocado. Ou, ainda, colocar outra história que permita que se chegue aos testes e às tecnologias ideais.

    S (Sized-Apropriately – Tamanho Ideal, também colocado como Small – Pequena)

    Histórias de usuários devem gerar o mínimo possível de incertezas e de dificuldade de estimá-las. Uma história como “Um usuário do software ERP organiza itens”, por exemplo, pode ser dividida em diversas histórias. É preciso evitar histórias grandes demais, permitindo que se criem tarefas e estimativas de acordo com o sprint ou a prioridade do projeto.

    T (Testable – Testável)

    Nenhuma história é validada se não houver critérios definidos para isso. Uma história do tipo “Um usuário espera muito para carregar uma página”, por exemplo, não é testável. Já a mesma história dizendo “

    Um usuário espera mais de dois minutos para carregar uma página” oferece um critério testável.

    Conclusão

    Escrever boas histórias de usuários é um dos pilares do desenvolvimento ágil e do sucesso do produto. Ao aplicar o INVEST em suas histórias, você estará garantindo que elas sejam valiosas, claras e orientadas para o usuário. Compreender as necessidades dos usuários, utilizar linguagem natural e testar regularmente são práticas essenciais para melhorar continuamente suas histórias.

    Cópia de Indique a

    Samuel Adiers Stefanello

    14 de julho de 2025
    Tecnologia
    software
  • 10 erros de SEO técnico que ainda afetam sites em 2025

    10 erros de SEO técnico que ainda afetam sites em 2025

    Em 2025, os algoritmos de busca continuam evoluindo, mas alguns erros de SEO técnico ainda são comuns e podem prejudicar o desempenho de sites nos motores de busca. Apesar de as atualizações do Google se tornarem cada vez mais sofisticadas, muitos sites ainda falham em otimizar corretamente seus aspectos técnicos de SEO. Esses erros podem afetar tanto a experiência do usuário quanto a visibilidade do site nas buscas, resultando em quedas significativas no tráfego.

    Neste artigo, vamos abordar os 10 erros de SEO técnico mais frequentes que ainda afetam sites em 2025, explicando como identificá-los e corrigi-los para garantir que seu site esteja bem posicionado no Google e outros motores de busca.

    1. Erros de redirecionamento (cadeias e laços inadequados)

    O que são?

    Redirecionamentos são essenciais para sites que fazem migrações ou mudanças de estrutura, mas redirecionamentos em cadeia ou laços podem ser prejudiciais. Quando uma URL redireciona para outra, que por sua vez redireciona para outra, e assim por diante, o tempo de carregamento aumenta e a autoridade dos backlinks se perde ao longo do caminho.

    Como corrigir?

    Realize auditorias periódicas de redirecionamentos com ferramentas como o Indexar, Google Search Console ou Screaming Frog, consolidando os redirecionamentos de forma eficiente.

    • Saiba fazer o redirecionamento de URL sem perder o SEO
    • Cadeias de redirecionamento e impacto na UX

    2. Falta de certificado SSL (HTTPS)

    O que é?

    A falta de segurança em sites, indicada pela ausência de HTTPS, impacta diretamente o SEO. O Google prioriza sites seguros em seus rankings, e a falta de um certificado SSL pode resultar em uma penalização direta.

    Como corrigir?

    Implemente um certificado SSL válido em todas as páginas do seu site, garantindo que as informações dos usuários sejam tratadas de forma segura.

    3. Conteúdo duplicado

    O que é?

    Conteúdo duplicado é um dos erros mais comuns e prejudiciais ao SEO. Ele ocorre quando páginas com conteúdo idêntico ou muito similar são indexadas por motores de busca. Isso pode confundir o Google, que não sabe qual versão do conteúdo indexar.

    Como corrigir?

    Use tags canônicas para indicar qual versão da página deve ser indexada. Realize auditorias regulares para garantir que não haja duplicação.

    • Near Duplicate Content: entenda o impacto
    • Conteúdo duplicado: como identificar e corrigir

    4. Velocidade de carregamento lenta

    O que é?

    O Google considera a velocidade de carregamento um fator crítico para ranqueamento. Sites lentos não só têm maior taxa de rejeição, como também são penalizados nos resultados de pesquisa

    Como corrigir?

    Otimize imagens, minimize arquivos JavaScript e CSS, e utilize uma CDN para melhorar a entrega de conteúdo.

    • Saiba como analisar a performance do seu website com Speedtest

    5. Problemas com a estrutura de URLs

    O que é?

    URLs mal estruturadas, longas ou com parâmetros desnecessários dificultam a indexação e o entendimento dos motores de busca.

    Como corrigir?

    Mantenha URLs curtas, descritivas e amigáveis ao SEO. Utilize palavras-chave relevantes e evite parâmetros desnecessários.

    • Reestruturar URLs: quando e como fazer

    6. Problemas de indexação (Páginas não indexadas ou bloqueadas)

    O que é?

    Páginas bloqueadas por regras no robots.txt ou que não estão sendo indexadas adequadamente devido a configurações incorretas impedem que seu conteúdo seja encontrado pelos motores de busca.

    Como corrigir?

    Verifique as configurações de robots.txt e utilize o Google Search Console para garantir que as páginas importantes estão sendo corretamente indexadas.

    • Como corrigir bloqueios no robots.txt

    7. Falta de sitemap XML ou sitemap desatualizado

    O que é?

    O sitemap XML é essencial para guiar os motores de busca até as páginas do seu site. A ausência ou a desatualização do sitemap pode resultar em páginas não rastreadas corretamente.

    Como corrigir?

    Crie e mantenha seu sitemap XML atualizado. Submeta-o ao Google Search Console para garantir que o Google tenha acesso a todas as páginas do seu site.

    • SEO técnico para WordPress

    8. Tags de imagem mal utilizadas (Atributos Alt)

    O que é?

    As imagens sem atributos alt ou com tags de descrição inadequadas podem dificultar a indexação das imagens e afetar a acessibilidade do site.

    Como corrigir?

    Certifique-se de que todas as imagens do site possuam atributos alt descritivos, utilizando palavras-chave relacionadas ao conteúdo da página.

    • Dica de SEO para WordPress: atributo ALT das imagens

    9. Uso indevido de redirecionamentos 302 (temporários)

    O que é?

    Redirecionamentos 302 indicam que o redirecionamento é temporário, mas quando usados de forma inadequada, podem prejudicar o SEO, pois o Google não transferirá toda a autoridade de link.

    Como corrigir?

    Use redirecionamentos 301 (permanentes) quando a mudança de URL for definitiva. Evite o uso de 302 a menos que seja realmente necessário.

    • Saiba fazer o redirecionamento de URL sem perder o SEO

    10. Erros de mobile-first (não responsividade)

    O que é?

    O Google adota o mobile-first indexing, ou seja, ele prioriza a versão móvel do site para indexação. Sites não responsivos ou com uma versão mobile mal otimizada terão uma penalização.

    Como corrigir?

    Garanta que seu site seja totalmente responsivo e funcione bem em dispositivos móveis. Use ferramentas de teste móvel para verificar o desempenho da versão mobile.

    • Mobile-first: o que essa indexação do Google significa para seu website em WordPress

    Conclusão

    Esses erros técnicos, se não corrigidos, podem afetar seriamente o SEO de seu site e impactar a experiência do usuário. É essencial realizar auditorias regulares e corrigir esses problemas de forma contínua para garantir que seu site tenha a visibilidade que merece nos motores de busca.

    Para garantir que seu site esteja otimizado e livre de erros técnicos que possam prejudicar seu desempenho nas buscas, solicite um diagnóstico gratuito agora! Clique aqui ou fale diretamente com um especialista pelo WhatsApp aqui.

    Perguntas frequentes (FAQ)

    Quais são os principais erros de SEO técnico que podem prejudicar meu site?

    Os principais erros de SEO técnico incluem redirecionamentos em cadeia, falta de SSL, conteúdo duplicado, problemas com a estrutura de URLs, e a falta de indexação correta de páginas. Esses erros podem afetar a visibilidade do seu site nos motores de busca e prejudicar a experiência do usuário.

    Como corrigir os erros de SEO técnico no meu site?

    Corrigir esses erros envolve fazer auditorias regulares, garantir que o site seja responsivo, atualizar e verificar sitemaps XML, utilizar tags alt para imagens, e ajustar redirecionamentos adequados (301 ao invés de 302), entre outras práticas.

    Por que a velocidade de carregamento do site é importante para SEO?

    A velocidade de carregamento do site é um fator crítico para o ranqueamento no Google. Sites lentos têm maior taxa de rejeição e são penalizados nos resultados de busca, além de prejudicarem a experiência do usuário.

    Como o mobile-first indexing afeta o SEO do meu site?

    O mobile-first indexing significa que o Google prioriza a versão móvel do site para indexação. Se seu site não for responsivo ou otimizado para dispositivos móveis, isso pode resultar em penalizações nos rankings de busca.

    Samuel Adiers Stefanello

    19 de junho de 2025
    Tecnologia
    SEO
  • Como obter engajamento do seu público?

    Com a crescente importância das mídias sociais e presença digital, é fundamental capturar a atenção do público para alcançar melhores resultados e fortalecer sua marca. Vamos analisar várias dicas valiosas para aumentar o engajamento e criar conexões mais profundas com seu público-alvo.

    Conheça o Seu Público-Alvo

    O primeiro passo para obter engajamento do seu público é conhecer quem são as pessoas que você deseja alcançar. Realize pesquisas e análises para identificar suas preferências, interesses e necessidades. Quanto mais você entender sobre o seu público, mais eficazmente poderá criar conteúdo que ressoe com eles.

    Crie Conteúdo Relevante e Interessante

    A chave para atrair o público é oferecer conteúdo relevante e interessante. Produza materiais que solucionem problemas e forneçam informações úteis. Utilize formatos diversos, como artigos, vídeos e infográficos, para manter a diversidade e o interesse do público.

    Utilize o Poder do Visual

    O conteúdo visual é extremamente poderoso para aumentar o engajamento. Utilize imagens de alta qualidade e vídeos atraentes para complementar suas mensagens. As pessoas tendem a lembrar melhor de informações visuais, o que pode ajudar a fortalecer a conexão com sua marca.

    Seja Autêntico e Transparente

    O público valoriza autenticidade e transparência. Mostre o lado humano da sua marca, compartilhando histórias genuínas e bastidores do seu negócio. Isso ajudará a construir confiança e estabelecer um relacionamento mais profundo com o público.

    Incentive a Participação

    O engajamento é uma via de mão dupla. Incentive a participação do público em suas postagens e conteúdos, fazendo perguntas, solicitando comentários e sugestões. Responda ativamente aos comentários e mostre que você valoriza a opinião do seu público.

    Ofereça Promoções e Brindes

    Uma ótima maneira de impulsionar o engajamento é oferecer promoções especiais e brindes exclusivos para o seu público. Isso cria um senso de urgência e incentiva a ação imediata, além de recompensar a fidelidade dos seguidores.

    Mantenha uma Frequência de Publicações

    A consistência é essencial para manter o engajamento do público. Estabeleça uma programação regular de publicações para que seu público saiba quando esperar por novos conteúdos. Isso ajudará a manter o interesse e o envolvimento ao longo do tempo.

    Colabore com Influenciadores

    Parcerias com influenciadores podem ser uma estratégia poderosa para alcançar um público mais amplo e aumentar o engajamento. Procure por influenciadores relevantes ao seu nicho e que compartilhem dos mesmos valores da sua marca.

    Mensure os Resultados

    Acompanhe de perto os resultados das suas ações de engajamento. Utilize métricas relevantes para avaliar o desempenho das suas estratégias e faça ajustes conforme necessário. A mensuração permitirá que você otimize suas ações e alcance melhores resultados.

    Faça Lives e Webinars

    As transmissões ao vivo, como Lives e webinars, são uma ótima maneira de interagir diretamente com o público. Essas plataformas permitem que você responda perguntas em tempo real e crie uma experiência mais personalizada para os seguidores.

    Conclusão

    Obter engajamento do seu público é um elemento fundamental para o sucesso das suas atividades online. Conhecer o público-alvo, oferecer conteúdo relevante e interessante, utilizar o poder do visual, ser autêntico e transparente, incentivar a participação e manter uma frequência de publicações são apenas algumas das estratégias que você pode implementar. Lembre-se de que o engajamento é construído com o tempo, e é essencial manter uma abordagem consistente e autêntica em todas as suas interações.

    FAQs

    1. Como posso conhecer melhor o meu público-alvo?

    Realize pesquisas de mercado, analise dados demográficos e interaja diretamente com seus seguidores por meio de enquetes e questionários.

    2. Que tipo de conteúdo visual é mais eficaz?

    Imagens impactantes, vídeos bem produzidos e infográficos informativos tendem a ser muito eficazes para aumentar o engajamento.

    3. Como posso medir o sucesso das minhas estratégias de engajamento?

    Utilize métricas como taxa de cliques, taxa de conversão e tempo médio de permanência para avaliar o desempenho das suas ações.

    4. Qual é a frequência ideal de publicações nas redes sociais?

    A frequência ideal pode variar de acordo com a plataforma e o seu público-alvo. Teste diferentes frequências e avalie os resultados para encontrar o equilíbrio certo.

    5. Como abordar influenciadores para parcerias?

    Pesquise influenciadores relevantes ao seu nicho, estabeleça um relacionamento genuíno antes de propor parcerias e mostre como a colaboração pode ser benéfica para ambos.

    🚀 E caso você esteja com dificuldades para mensurar os resultados dos seus conteúdos… 📊

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    Samuel Adiers Stefanello

    25 de abril de 2025
    Dados & Performance
  • 5 motivos para investir em um e-commerce

    5 motivos para investir em um e-commerce

    O mundo está cada vez mais digitalizado. Com isso, os negócios têm de se adaptar ao novos hábitos dos consumidores sob pena de ficarem para trás na corrida pela competitividade. E uma das principais demandas que as empresas atuais têm de dar conta é justamente a preferência dos clientes pelas compras em um e-commerce.

    Em um período de crise econômica, a operação de um e-commerce pode gerar muitas oportunidades de melhora dos números da sua empresa. Ao elaborar uma estratégia que leve em conta os números do mercado e o atendimento às necessidades do consumidor, a sua loja física passa a ter uma extensão virtual que acaba se tornando a “galinha dos ovos de ouro” dos seus negócios.

    performance performance

    Dá para ter um e-commerce sem saber nada de programação?

    Não é necessário saber programar para ter um e-commerce. Entretanto, é importante contar com profissionais que dominem a área e façam indicações sobre os caminhos que a sua empresa deve tomar para aumentar suas vendas pela internet.

    Busque informações sobre as ferramentas que o mercado oferece, sejam elas soluções já prontas ou aquelas que são construídas de maneira personalizada para o seu negócio e que garantem boa performance e segurança, com interfaces intuitivas e adaptadas ao mobile.

    Confira, neste artigo, como é possível ter um e-commerce rentável e conheça cinco motivos para investir em uma operação pela internet o quanto antes.

    Confira 5 motivos para você investir em uma loja virtual

    1. Migração do consumidor para o e-commerce

    A comodidade faz toda a diferença na hora de consumir. Receber o produto em casa, em curto prazo, ou mesmo comprar pela internet e ir buscar na loja física é um costume cada vez mais presente. A falta de tempo no dia a dia corrido é uma das justificativas para as compras no e-commerce. A possibilidade de achar qualquer tipo de produto e com preços melhores são outras justificativas dos consumidores.

    2. Aumenta as vendas da sua loja física

    Ao abrir uma operação na internet, a sua empresa aumenta o mercado no qual você vai vender os seus produtos. O consumidor pode estar espalhado pelo país inteiro e até pelo mundo todo, por que não? Por isso, mesmo na crise, o e-commerce brasileiro cresceu 11%, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

    3. Melhora o relacionamento com os clientes

    Com um e-commerce, o seu negócio tem a possibilidade de estreitar o relacionamento com os clientes. Por meio dos cadastros que todo comprador realiza, é possível criar estratégias de relacionamento que vão desde o oferecimento de ofertas especiais até a divulgação de conteúdos de interesse do seu público-alvo.

    Vale lembrar que manter um cliente satisfeito é mais barato que conquistar um novo consumidor.

    4. Diminui o risco de calotes

    Vender pela internet é garantia de recebimento. Afinal, você trabalha por meio de cartão de crédito ou boleto bancário. O risco de receber calotes é mínimo, pois os meios de pagamento digitais possuem uma estrutura de segurança muito eficiente.

    Além disso, um sistema integrado em seu e-commerce permite realizar a gestão financeira de maneira a otimizar os custos e fazer a previsão de recebimentos.

    5. O investimento no e-commerce é pequeno

    O investimento em um e-commerce é pequeno em relação à estrutura necessária para uma operação física. Os custos de manutenção são bem menores também. O importante é contar com uma plataforma confiável e não descuidar do marketing digital.

    Para ter sucesso no investimento em um e-commerce, é necessário integrar a operação ao site da empresa, o qual pode ser a plataforma perfeita para várias estratégias de marketing digital, como a captação de leads por meio da produção de conteúdos interessantes para o público-alvo.

    A comunicação tem de ser bem trabalhada e para isso é essencial contar com profissionais especializados na concretização da ideia de forma eficiente.

    O que você achou desses motivos para investir na sua loja virtual? Se ficou com alguma dúvida, entre em contato com a gente!

    Samuel Adiers Stefanello

    24 de janeiro de 2025
    Tecnologia
    e-commerce, internet, loja virtual
  • Como o sistema de informação pode ajudar a escalar a empresa?

    Como o sistema de informação pode ajudar a escalar a empresa?

    O cenário atual demanda ferramentas que se adaptem as necessidades das companhias e que possam ser determinantes para tornar o negócio escalável. O sistema de informação é a espinha dorsal do empreendimento, com benefícios incalculáveis para o negócio e o planejamento digital. A velocidade com que os processos evoluíram criaram a necessidade de sistemas de informação (SI) para oferecer suporte ao crescente volume de informações que as organizações lidam em seu cotidiano. O sistema de informação passou a ser peça fundamental nas operações das empresas, que ganharam a apresentação dinâmica das informações, proporcionando uma visão clara do negócio, e garantindo o diferencial em relação aos concorrentes.

    Veja como o sistema de informação pode ajudar a escalar a empresa.

    soluções soluções

    Organização de processos

    O sistema de informação permite ao gestor ter o controle de toda a operação, oferecendo uma visibilidade das áreas e o desempenho da organização. É possível entender a fundo as etapas, ter o controle de cada uma delas e automatizar tarefas manuais, propiciando a otimização de processos e a redução de custos de operação. A implementação do gerenciamento das informações também diminui erros, uma vez que a sincronização das áreas ocorre de forma uniforme, livre de equívocos que acontecem em processos manuais.

    Cadastro unificado de informações da empresa

    Independente de onde as informações da empresa sejam acessadas, elas estarão unificadas em um só lugar. Para pequenas empresas, o cadastro unificado do sistema de informação auxilia nas tarefas back-office, enquanto nas grandes a vantagem está no controle e na organização dos dados, bem como nos relatórios que permitem uma rápida tomada de decisão.

    Dinâmica de processos na empresa

    Adotar um sistema de informação vai impactar positivamente na dinâmica de processos da empresa, mas é claro que apesar de automatizado isso não será feito sozinho. É importante adotar práticas para viabilizar o estreitamento dos processos, além da elaboração do planejamento das ações que serão inseridas no sistema, ao contrário os gestores podem ter problemas para adaptar as operações.

    Modelagem de processos

    O sistema de informação é a espinha dorsal do empreendimento, com benefícios incalculáveis para o negócio. Uma das possibilidades é a padronização de informações e processos. O gerenciamento das atividades permite o acompanhamento de cada uma das áreas, sendo determinante nas tomadas de decisões que influenciam a modelagem dos processos internos e externos.

    Ganho de tempo

    Muitas empresas pecam por não ter controle de suas ações e isso pode ser determinante para a perda de tempo e, consequentemente, dinheiro. Com o estreitamento de processos, o dinamismo e controle das ações, um sistema de informação proporciona ganho de tempo, não apenas nos processos como também no espaço de resposta com clientes e fornecedores, o que impacta positivamente no atendimento e na preservação de recursos em processos que antes eram menos ágeis.

    Segurança das informações

    Um sistema de informação garante a confidencialidade dos dados, restringido o acesso de determinados dados apenas a diretores, gestores e profissionais a quem eles se destinam. A restrição pode ser feita conforme o tipo de permissão que o usuário tem ao fazer o login no sistema, o que aumenta a proteção das informações sigilosas do negócio.

    Gestão corporativa

    A gestão corporativa parte do princípio que todos os colaboradores podem participar ativamente dos processos, opinando e advertindo sobre ações tomadas. Nesse contexto, o sistema de informação age como um catalisador, favorecendo a disseminação de informações, tornando mais dinâmicas as mudanças nas operações e aumentando a produtividade.

    Ficou com alguma dúvida? Deixe-a nos comentários para que possamos ajudar a solucioná-la. Aprenda também como criar um negócio digital lucrativo e conte com a consultoria de negócio da InCuca Tech.

    Samuel Adiers Stefanello

    24 de janeiro de 2025
    Tecnologia
    empresa, gestão, segurança, sistema de informação, software
  • 5 passos para saber se seu site está seguro

    5 passos para saber se seu site está seguro

    A segurança de um site é uma preocupação crucial para qualquer proprietário ou administrador de site. Com o aumento das ameaças cibernéticas, é essencial garantir que seu site esteja protegido contra ataques e vulnerabilidades. Neste artigo, vamos discutir 5 passos importantes que você precisa saber para verificar se seu site está seguro. Vamos abordar os aspectos fundamentais da segurança online e fornecer dicas práticas para manter sua presença na web protegida.

    Por Que a Segurança do Site é Importante?

    Protegendo seu Ativo Digital

    Seu site é um ativo digital valioso, muitas vezes representando sua marca, seus serviços ou seus produtos. A perda de controle sobre seu site devido a um ataque cibernético pode causar danos irreparáveis à sua reputação e aos seus negócios.

    Dados do Usuário em Risco

    Seu site pode conter informações confidenciais dos usuários, como dados pessoais e informações de pagamento. Garantir a segurança desses dados é uma responsabilidade fundamental para proteger a privacidade e a confiança dos clientes.

    Impacto nos Rankings de Busca

    Os mecanismos de busca, como o Google, consideram a segurança do site como um fator de classificação. Um site não seguro pode ser penalizado nos resultados de pesquisa, afetando seu tráfego orgânico e visibilidade online.

    5 Passos para Verificar a Segurança do Seu Site

    01. Atualizações de Software e Plugins

    Manter seu sistema atualizado é uma das maneiras mais eficazes de proteger seu site. Isso inclui atualizações regulares de CMS, plugins e temas, que geralmente corrigem vulnerabilidades conhecidas. Verifique se seu site está devidamente atualizado.

    02. Certificado SSL

    Certifique-se de que seu site tenha um certificado SSL ativo. Isso garante que os dados transmitidos entre seu site e os visitantes sejam criptografados, tornando mais difícil para os invasores interceptarem informações confidenciais.

    03. Senhas Fortes

    Confira se esta sendo feito o uso de senhas fortes para contas de administrador e usuários. Senhas complexas tornam mais difícil para hackers acessar seu site por meio de tentativas de força bruta.

    04. Firewall de Aplicativos Web (WAF)

    Verifique se o seu site possui um firewall de aplicativos web para ajudar a bloquear ataques comuns, como injeções SQL e cross-site scripting (XSS). Um WAF monitora o tráfego do site em busca de atividades suspeitas e impede ataques em tempo real.

    05. Verificação de Malware

    Saiba se está sendo realizado verificações regulares em busca de malware em seu site. Um malware pode ser inserido por invasores a qualquer momento e pode afetar a segurança e a integridade do seu site.

    Leia mais: Política de Segurança da Informação (PSI): Diretrizes para Segurança de Dados

    Conclusão

    A segurança do site é um elemento crítico para o sucesso online. Proteger seus ativos digitais, dados do usuário e classificações de busca é essencial. Ao seguir as práticas recomendadas mencionadas neste artigo, você pode aumentar significativamente a segurança do seu site e garantir uma presença online mais segura.

    E caso você precise de ajuda com esses e outros passos de segurança digital, convidamos você a conhecer nosso plano de segurança digital sob medida para as necessidades do seu site. Garanta a máxima proteção e tranquilidade com nossos serviços especializados. Entre em contato hoje mesmo e descubra como a InCuca Tech pode ajudar a fortalecer a segurança do seu site, clique aqui para saber mais!

    Perguntas Frequentes

    O que é um certificado SSL e por que é importante para a segurança do site?

    Um certificado SSL é uma tecnologia que criptografa a comunicação entre o navegador do usuário e o servidor do site. Isso é importante porque protege os dados transmitidos, como informações de login e pagamento, contra interceptações por terceiros.

    Como faço para saber se meu site foi comprometido por malware?

    Você pode usar ferramentas de verificação de malware ou serviços de segurança cibernética, como o plano de Segurança Digital da InCuca Tech, para verificar se seu site foi comprometido por malware. Além disso, uma queda inexplicável no tráfego ou comportamento estranho do site pode ser um sinal de infecção por malware.

    Quais são os benefícios de manter meu site atualizado?

    Manter seu site atualizado com as últimas atualizações de software e plugins é essencial para corrigir vulnerabilidades de segurança conhecidas. Isso ajuda a prevenir ataques cibernéticos que exploram essas vulnerabilidades.

    O que é um Firewall de Aplicativos Web (WAF)?

    Um Firewall de Aplicativos Web (WAF) é um sistema de segurança que protege seu site contra ataques cibernéticos, filtrando o tráfego web e bloqueando atividades maliciosas. Ele atua como uma camada adicional de segurança entre seu site e os invasores. Você pode ler mais sobre esse assunto aqui.

    Como criar senhas fortes para meu site?

    Para criar senhas fortes, use uma combinação de letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Evite palavras óbvias e informações pessoais, como datas de nascimento, e não use a mesma senha para várias contas.

    Samuel Adiers Stefanello

    24 de janeiro de 2025
    Tecnologia
  • Indexar site no Google: 10 passos para alavancar resultados

    Indexar site no Google: 10 passos para alavancar resultados

    Caprichou no seu site, utilizou técnicas de SEO, design responsivo e experiência do usuário e ainda assim não conseguiu aparecer no topo de buscas? Então, chegou a hora de dar um empurrãozinho para indexar seu site no Google e nós vamos te ajudar nessa missão. Leia nosso conteúdo completo e aprenda em 10 passos como alavancar seus resultados.

    https://youtu.be/KwHncesHP3g

    Por que é importante indexar site no Google?

    Uma das principais formas da sua página web ser encontrada e, consequentemente, aumentar o tráfego orgânico é por meio dos mecanismos de busca. Quando seu site está no topo, fica mais fácil do público conhecer sua marca e, com isso, aumentar a conversão que gera lucros. 

    E você não precisa ficar esperando que o Google faça isso sozinho, esse processo pode ser acelerado ao utilizar algumas estratégias de otimização que ajudam a indexar o site no Google. 

    O processo de indexação feito pelo próprio Google é demorado. Com isso, você pode perder boas conversões e não atingir o resultado esperado. Enquanto isso, seu concorrente pode estar atraindo seus clientes. 

    O processo funciona da seguinte maneira: você criou um conteúdo relevante para seu público, porém o Google não faz a indexação de imediato, o que pode levar dias para que seja realizado automaticamente. Ou seja, esse material não é encontrado com facilidade pelo usuário. 

    Para auxiliar nesse processo, existe o Google Search Console, que é uma ferramenta que ajuda o seu site a se destacar da concorrência. Além de corrigir problemas e avaliar a performance, também é responsável por indexar páginas no Google.

    Essa ferramenta deve fazer parte do marketing estratégico da empresa, pois suas funcionalidades são essenciais para aumentar o desempenho do site e trazer insights importantes para entender os pontos de melhoria.

     

    Quais são os impactos para o SEO?

    O seu site não consegue atrair tráfego qualificado se não tiver um bom posicionamento no Google. Entretanto, esse posicionamento só é possível se o seu site estiver indexado.

    Investir nestes esforços sem ter uma página indexada é o mesmo que desenvolver uma estratégia maravilhosa e não colocar em prática. Ou seja, sem indexação, não tem como otimizar.

    Por isso, é fundamental confirmar se a sua página está na lista de sites que são indicados em uma pesquisa, ou seja, o banco de dados do Google.

    Com essa confirmação, você poderá investir em SEO e trabalhar com os seus conteúdos de maneira estratégica e assertiva, para que eles cheguem ao topo da primeira página. 

    Mas o SEO vai muito além de posicionamento: ele vai melhorar a visibilidade da sua empresa, aumentar as oportunidades de negócio, gerar mais tráfego para o site e ainda reduzir os custos em investimento para as empresas.

     

    Entenda como o Google funciona

    Agora que você já sabe porque é importante indexar site no Google e quais são os impactos que a falta desta atitude causa no seu SEO, chegou a hora de você entender o funcionamento dele. Assim, será mais fácil acertar nas suas estratégias.

    Os algoritmos do Google constantemente passam por mudanças a fim de melhorar a experiência do usuário e entregar a ele o conteúdo mais relevante de acordo com sua pesquisa. 

    Mas como será que o Google faz para buscar as milhares de páginas existentes?

    O processo é feito pelos robôs de rastreamento do Google, também chamados de Googlebots. É por meio de algoritmos avançados que eles fazem essa varredura. 

    Nesta busca, os robôs de rastreamento procuram links/sites inativos, mudanças em sites que já existem e sites novos. Com esse processo de varredura, é feita a atualização do índice de pesquisa do Google.

    São esses robôs que irão achar seu site no meio de milhares. Por isso, é tão importante investir na otimização da sua página web e garantir que ela esteja de acordo com os fatores que o Google valoriza. 

    Quer saber como analisar a performance do seu site? Baixe o nosso guia completo sobre o tema.

     

    10 passos para alavancar os resultados ao indexar site no Google

    Viu só como não é difícil entender como o Google atua? Agora, vamos saber como alavancar os resultados por meio do processo de indexação do site.

    Há alguns passos importantes que devem ser executados para que sua página web seja facilmente encontrada. Confira conosco e coloque em prática o quanto antes. Alguns são mais fáceis, enquanto outros você pode precisar da ajuda de um especialista.

    1. Apresente sua URL para os mecanismos de busca

    Apresentar sua URL para o Google é um passo fácil e importante para indexar sua página. Vale destacar que, diferente de outras práticas, sua página não sofrerá punições. Ao contrário, a ferramenta é oferecida pelo próprio Google. 

    O processo para enviar o pedido de rastreamento é bem simples, basta acessar a Central da Pesquisa Google e inserir sua URL.

    2. Tenha um blog

    Ao criar um blog, você aumenta a relevância da sua marca e ajuda a “educar” seu público. Outro ponto positivo do blog é que ele ajuda na indexação.

    Isso acontece uma vez que sites que possuem blogs geram um maior número de links e páginas para serem indexadas. Segundo pesquisa da Unbounce, sites que possuem blog tem 434% mais páginas indexadas.

    Não é preciso falar mais nada, né? Se você ainda não investiu em um blog, faça isso agora mesmo.

    3. Crie um mapa do seu site

    Prática essencial para indexar o site no Google. Também chamado de sitemap, o mapa de site é recomendado pelo Google.

    Resumidamente, você irá mostrar aos mecanismos de busca o que eles devem indexar. Para isso é feita uma lista com todas as URLs do site, inclusive do blog. Sua função também é oferecer  metadados de cada URL, que são informações, como importância de cada página e frequência em que é alterada. 

    Esse processo facilita o trabalho dos boots e ajuda a indexar o site.

    4. Utilize a ferramenta Google Search Console

    Como falamos anteriormente, o Google Search Console será um grande aliado para otimizar sua página. 

    Essa ferramenta de SEO é capaz de mostrar ao buscador que aquela página deve ser indexada. Além disso, possui outra função muito importante: fornecer relatórios de erro. Assim, é possível descobrir o que pode estar impedindo que seu site seja indexado. 

    5. Instale o Google Analytics

    Outra ferramenta oferecida pelo Google que deve fazer parte das suas estratégias de Marketing é o Google Analytics.

    Além de fornecer métricas importantes, como número de visitantes e insights sobre os usuários, a ferramenta ajuda a indexar sites. 

    Isso acontece porque quando você instala o Analytics, deve inserir um código de rastreamento no código-fonte da página web. Consequentemente, você será identificado como o proprietário do site.

    Esse processo, ao ser concluído, ajuda a acelerar a indexação pelo Google.

    6. Aposte em arquivos robots.txt

    Quando enviamos um sitemap, todas as páginas de um site são indexadas. No entanto, algumas páginas não precisam aparecer nas buscas, como logins para áreas restritas. 

    Para evitar que isso aconteça, é preciso enviar também o arquivo robots.txt. Por meio dele, você sinaliza para o bot o que é permitido e proibido de ser indexado.

    7. Crie estratégias de conteúdo

    Se você ainda não investe em uma estratégia sólida de marketing de conteúdo, saiba que você pode estar perdendo tempo e dinheiro. Desenvolver conteúdos relevantes é fundamental para quem quer colocar o site no topo das pesquisas.

    E vou te explicar o motivo: ao indexar novas páginas, seus conteúdos serão mostrados para mais usuários, além de criar mais links, que o ajudarão a concorrer pelo primeiro lugar nas buscas.

    8. Utilize link buildings

    Você já deve ter percebido que um fator importante para seu site ser indexado é a quantidade de links – quanto mais melhor. 

    Em cima disso, trabalhe com links internos. Assim, você direciona o leitor a navegar por outras páginas do site. 

    Você pode ir muito mais além e investir também em guest posts com links externos que levam para conteúdos do seu site.

    9. Esteja presente nas redes sociais

    Estar presente nas redes sociais deixou, há muito tempo, de ser um diferencial para ser uma estratégia obrigatória. Além de melhorar a reputação digital da marca, essas plataformas colaboram para indexação de páginas.

    Por isso, sempre que possível utilize links nas redes sociais, direcionando os usuários ao seu site. Lembre-se que isso deve acontecer priorizando a boa experiência digital do usuário.

    10. Compartilhe sua nova página

    Nunca pare de criar novas oportunidades de apresentar seu site. Ao criar novos conteúdos no blog, insira o link nos posts das suas redes sociais ou até mesmo na descrição de um vídeo sobre o tema no YouTube.

    Assim, mais pessoas terão acesso ao seu site e suas páginas também ganharão destaque no Google.

     

    Tutorial: aprenda como solicitar a indexação da página no Google

    Solicitar a indexação da sua página no Google não é um trabalho difícil, mas requer atenção aos detalhes. Confira o nosso tutorial abaixo!

    • O primeiro passo é a instalação do Google Search Console;
    • Em seguida, acesse e cole a URL da sua página na barra superior, onde está escrito “Inspecionar qualquer URL de ‘seudomínio.com.br”;
    • Depois, dê enter e aguarde para saber se a página aparece como indexada ou não;
    • Se ela aparecer para você como não indexada, aperte o botão “solicitar indexação”, acaba sendo um processo demorado e é natural;
    • Agora é o momento de aguardar uma mensagem de confirmação e esperar a indexação feita pelo Google.

    Depois de feito todo o processo, confira se a URL está ativa (com código 200), se o Google está marcando como index e se o sitemap.xml está linkado. Pronto!

    Aliás, é fundamental reforçar que indexar um site no Google é a forma de estar presente no banco de dados do maior e mais utilizado mecanismo de busca do mundo.

    Porém, não é somente necessário realizar esse tutorial e está tudo perfeito. O mais adequado é trabalhar com estratégias, inclusive de marketing de conteúdo, adequando seu site ao SEO técnico, otimizando os seus conteúdos para crescer para criar possibilidades de aparecer – literalmente – no topo.

     

    O site já está indexado? Descubra como verificar

    Após realizar o passo a passo anterior e já partir para dedicar esforços para alavancar o seu site nos mecanismos de buscas, nada melhor do que verificar se ele já está indexado, não é mesmo?! Para fazer isso, é muito simples!

    Você vai pesquisar no Google por: site:seudominio.com.br. Se o seu site já estiver indexado no buscador, deve aparecer uma página semelhante à imagem abaixo.

    unnamed

    Caso o seu site não esteja indexado, a página aparecerá da seguinte forma:

    unnamed 1

    Se a segunda imagem aparecer, você vai se perguntar o que está acontecendo, certo?

    Existem vários motivos, porém entre elas está a ausência de cadastro no Google Search Console, assim como de um sitemap.xml. E mais: o seu site pode não ter um conteúdo relevante para o Google, e isso se torna um ponto de extrema atenção.

    Para te ajudar a entender as causas da falta de indexação do seu site no Google e resolver todas as questões de forma estratégica, conte com a InCuca para atender suas necessidades de segurança, otimização, performance e transformação.

    Entre em contato, fale com um consultor e juntos vamos entender como podemos evoluir o seu negócio no digital!

    Samuel Adiers Stefanello

    14 de abril de 2023
    Marketing Ops
    experiência digital, Google Analytics, Google Search Console, indexação, reputação digital
  • Como calcular o tamanho de mercado de negócio

    Como calcular o tamanho de mercado de negócio

    Todo negócio nasce a partir da visualização de uma potencial oportunidade. Mas nem tudo é, de fato, uma oportunidade. O primeiro passo para iniciar a validação de uma ideia é identificar o público-alvo e, em seguida, calcular o tamanho potencial de mercado. Neste artigo, você vai aprender como calcular o tamanho de mercado de negócio.

    A validação é crucial para que não se invista maciçamente em um negócio que pode não dar resultado. Validar um negócio significa testar hipóteses antes de sair desenvolvendo produtos, contratando funcionários e comprando equipamentos. Caso o negócio não apresente os resultados esperados na etapa de validação, é possível retornar para a etapa anterior e levantar novas ideias.

    Como calcular o tamanho de mercado

    Estimar o tamanho de mercado ajuda empreendedores a entenderem qual é o tamanho da oportunidade com a qual estão lidando. Essa estimativa provê as informações necessárias para uma ponderação dos empreendedores sobre a atratividade do negócio.

    Um mercado é atraente quando:

    • Tem um grande número de consumidores em potencial.
    • O alcance desse público é viável.
    • Há tendência de aumento da base de consumidores em potencial.

    Para estimar o tamanho do mercado, utilizamos quatro indicadores, que podem ser apresentados em valores de receita ou em quantidade de mercado. Embora as principais aceleradoras prefiram esses indicadores em receita, nem sempre isso é possível. Por isso, a informação em quantidade de pessoas disponíveis no mercado pode ser uma alternativa viável.

    Para fazer esse cálculo, vai ser necessário fazer algumas pesquisas na internet e algumas contas bem básicas. Isso porque nem sempre você vai encontrar os dados exatos na internet, mas, como um quebra-cabeças, com uma informação aqui e outra ali, você poderá calcular os indicadores.

    Vamos aos indicadores.

    Market Size (Tamanho de Mercado)

    Nesse primeiro indicador, é incluída a soma das receitas em um mercado em um ano ou a soma de todas as pessoas que são potenciais consumidores desse mercado. 

    Vale lembrar que este é um indicador amplo, e, geralmente, são incluídas todas as empresas daquele mercado. Assim, se você está criando uma empresa do mercado fitness, você deve somar as receitas de todas as empresas que se enquadram nesse mercado, mesmo que elas não vendam produtos semelhantes aos seus.

    Leia mais: Investir no próprio e-commerce ou em marketplace?

    Por exemplo, se você quer criar uma academia, deve considerar no market size não só as academias, mas também os boxes de Crossfit, estúdios de exercícios e, inclusive, outras empresas desse mercado, como de alimentos fitness.

    Se você não encontrar esses valores compilados em alguma pesquisa, junte informações, como dito antes, e calcule você mesmo. 

    Uma boa prática para esse cálculo é procurar dados de receita de empresas de capital aberto e a quantidade de empresas do ramo no mercado para calcular a média de receita do mercado. Dá trabalho, mas é importante entender o potencial geral do mercado.

    TAM (Total Adressable Market ou Mercado Total em Potencial)

    Fonte: Quora

    Corresponde ao universo total de clientes e/ou de receita total de um segmento do mercado. Por isso, o TAM é uma parte do market size, calculado anteriormente.

    Ainda utilizando o exemplo do tópico anterior, o TAM corresponde à soma de receitas e/ou clientes de academias, que são os chamados players desse mercado. Nesse segmento de mercado, por exemplo, o Brasil possui cerca de 9,6 milhões de clientes e fatura, em média, US$2 bilhões, segundo o Global Report da IHRSA de 2019.

    Se você não tem acesso a dados como esse, é preciso seguir o mesmo caminho indicado no item anterior: juntar informações e calcular. Imagine que você está entrando no mercado de tecnologia, no segmento de venda de smartphones. Nesse caso, você deve verificar quantos smartphones são vendidos por todos os players desse segmento e o ticket médio de cada um deles. Tendo essas duas informações, basta multiplicá-las.

    No entanto, o mercado de venda de smartphones é gigante, afinal existem centenas de tipos e modelos de smartphones, para todos os públicos. Nenhuma empresa, por maior que seja, é capaz de alcançar todo o mercado disponível. Isso não seria nem estratégico. Por isso, é importante focar. É a partir desse foco que se calcula o próximo indicador, o SAM.

    SAM (Served Available Market ou Mercado Disponível)

    Diz respeito ao número de clientes ou quantidade de receita que a sua empresa se pode alcançar em um segmento do mercado nos próximos anos. Apesar de mais segmentado, o SAM deve ser atrativo, tanto em quantidade de receita quanto em número de clientes potencial.

    Na hora de calcular o SAM, você pode considerar as categorias de produtos que você vende e calcular esse indicador para cada uma. Considerando o exemplo anterior, seria possível verificar o quanto quer obter de receita para smartphones de topo de linha, de intermediários, etc.

    Da mesma forma que os indicadores anteriores, você pode verificar a procura por cada tipo de categoria no mercado. 

    SOM (Serviceable Obtainable Market ou Mercado Acessível)

    O SOM representa o número de pessoas ou receita que a sua empresa realmente poderá alcançar em um determinado período de tempo.

    Para calcular o SOM, é preciso considerar diversas variáveis, como a região onde irá vender, logística disponível, recursos disponíveis para marketing, etc.

    Esse é, portanto, o indicador mais realista para o seu negócio. Essa é o indicador principal que você terá que apresentar para conseguir investimento.

    Se você ainda não tem histórico para avaliar seu potencial de geração de receita, você pode avaliar a concorrência, buscar pesquisas de órgãos oficiais ou efetuar cálculos específicos de cada área para determinar sua capacidade produtiva, por exemplo.

    Mas se essa é a métrica realista, por que calcular as anteriores?

    Porque elas vão apontar se seu mercado e segmento são promissores, se apresentam oportunidade de crescimento e se permitirão seu negócio sustentar-se no longo prazo.

    É preciso entender que todo processo de validação é interativo, ou seja, é um processo que vai e volta. 

    Nesse sentido, caso seu cálculo aponte um tamanho de mercado não muito atrativo, é importante voltar no planejamento estratégico e rever o público, para que se possa aumentar o potencial de mercado, ou a fonte de receitas, para avaliar se o mercado disponível é suficiente para manter o negócio sustentável.

    Também é importante não ignorar nenhuma das métricas, principalmente se você estiver buscando investimento e acesso a uma aceleradora. Ter clareza sobre o potencial de crescimento do seu negócio contará muito a seu favor na hora de conseguir um investimento.

    Caso ainda tenha dúvidas sobre como calcular o tamanho de mercado de seu negócio, fale conosco! Envie um e-mail para [email protected], estamos prontos para lhe ajudar!

    Samuel Adiers Stefanello

    3 de junho de 2020
    Tecnologia
  • Entenda como a Computação em Névoa vai alterar o seu futuro

    Entenda como a Computação em Névoa vai alterar o seu futuro

    Para iniciar as explicações sobre os fundamentos do assunto principal, a Computação em Névoa, (Fog Computing) é necessário primeiro entender o que é a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT).

    Internet das Coisas e a Computação em Nuvem atualmente

    Internet das Coisas é uma rede de objetos físicos, que possuem tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados. Ela pode estar presente em qualquer lugar imaginável e possui infinitas possibilidades para sua inteligência de negócio.

    Por exemplo, as casas inteligentes que possuem luzes sendo acesas por sensores que detectam quando uma pessoa entrou no cômodo, ou um ar condicionado que é ligado automaticamente e, ao verificar a temperatura externa, ajusta para uma temperatura agradável. Também nas cidades inteligentes, onde semáforos com sensores vão se conectar as ambulâncias, e percebendo que uma se aproxima, poderão fechar algumas pistas a fim de deixar o caminho livre para sua passagem.

    Dentro do paradigma atual, todos os dados gerados por estes dispositivos são enviados para serem processados na Computação em Nuvem (Cloud Computing). O volume de tráfego da computação em nuvem deve quadruplicar nos próximos anos, chegando a 92% do total, até 2020. Serão 507,5 zettabytes (1 zettabyte = 1 trilhão de gigabytes) de dados até 2019, de acordo com a própria Cisco. Armazenar, processar, gerenciar e analisar esta quantidade de dados, de modo a conseguir certificar as potenciais vantagens da Internet das Coisas, será um grande desafio para as organizações.

    Afinal, o que é essa tal de Computação em Névoa?

    Foi neste contexto que surgiu o conceito de Computação em Névoa, termo criado pela empresa Cisco que viu esta necessidade do mercado quando começou a investir em pesquisas relacionadas à Internet das Coisas (IoT). A ideia é ter o processamento destes dados gerados pelos dispositivos IoT ocorrendo diretamente no equipamento que ficam na chamada Borda da Rede (Edge Computing), ou no máximo em algum dispositivo central próximo. Após este processamento, os dados são enviados para a nuvem, e salvos na largura de banda, evitando um possível sobrecarregamento da mesma. E serve, desta maneira, como uma extensão da Computação em Nuvem.

    “Enviar tudo isso para a nuvem, para um processamento centralizado, faria com que as organizações aumentassem demais os custos com infraestrutura de comunicação para transmissão desses dados. A saída é fazer uma pré-análise dos dados no local em que são coletados e só transferir aquilo que interessa”, explica Severiano Leão Macedo, Cisco Digital Transformation Advisor. Na opinião do executivo, a Computação em Névoa ajuda a reduzir os custos das aplicações de IoT. Ao mesmo tempo que endereça questões como performance, gerenciamento de dados e confiabilidade do sistema e segurança.

    Problemas e futuros trabalhos de Computação em Névoa

    Como qualquer outra tecnologia de vanguarda, a Computação em Névoa ainda se encontra em período de gestação e melhorias. Grandes pesquisadores ao redor do mundo estão tentando entender qual a melhor maneira de desenvolver esta tecnologia. Dentre outras, uma das principais áreas pesquisadas é a de segurança.

    A segurança da informação está relacionada à proteção de dados, procurando sempre a preservação e a privacidade de seus valores. Atualmente, um número imenso de informações trafega pela rede diariamente, e uma grande grande porcentagem destas são recolhidas por dispositivos de borda. Em redes sem fio as informações são extremamente suscetíveis a vulnerabilidades, por isso, sem um mecanismo seguro contra ataques, o dano por invasão pode ser gigantesco.

    Até 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos conectados à Internet no mundo, contando com PCs, smartphones, tablets, Smart TVs, relógios inteligentes e dispositivos IoT. Assim, estima-se que são mais de quatro dispositivos para cada ser humano no planeta.

    Esse crescimento em exponencial requer também um crescimento e evolução de todas as áreas envolvidas. Há muito mais para ser descoberto nesta grande área, como questões sobre consumo energético, precificação, privacidade, dentre outras. Não será um caminho fácil a se percorrer, mas é preciso estar preparado. Fique ligado, porque nos próximos anos vai se ouvir falar bastante desse tal de nevoeiro.

    Você já conhecia ou tinha ouvido falar de Computação em Névoa? Compartilhe sua experiência nos comentários.

    Aprenda também como criar um negócio digital lucrativo e conte com a consultoria de negócios da InCuca Tech.

    Samuel Adiers Stefanello

    12 de novembro de 2018
    Go-to-Market (GTM)
    internet
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